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Terça-feira, 25 de Setembro de 2012
TSU, IRS e outros contos de terror

Desde que Passos Coelho, muito desatradamene, veio anunciar o aumento de TSU para os trabalhadores e a descida da mesma para a parte patronal o país parece que entrou em histeria colectiva. Estava-se a roubar aos trabalhadores para se dar aos patrões. Ninguém se lembrou de contestar, por exemplo, o verdadeiro roubo que a própria TSU é ao levar 34,5 % do salário. Fizeram-se manifestações, grandes comunicações ao país, quase se rasgaram as vestes, etc. Resultado: recuo na TSU, provável aumento no IRS. Por isso, não posso deixar de recomendar o texto do meu amigo Hélder Ferreira no Diário Económico: Escolhas. Como muito bem resume o Hélder:

 

O eventual aumento do IRS não tem nenhuma das potenciais virtudes da medida proposta nem sequer na redução da despesa do Estado com os salários e provavelmente aumenta os efeitos nocivos:

 

1. A reposição de salários líquidos será improvável, dado que aumentaria os custos da empresa;

 

2. Despedimentos (ou falência) será a única solução para empresas em precária situação financeira, não sendo, portanto, líquido que a receita do IRS aumente;

 

3. Reduz o corte na despesa do Estado;

 

Posto isto resta-nos, a todos, agradecer encarecidamente ao Tribunal Constitucional, à iliteracia dos media, à inabilidade política do PSD e à irresponsabilidade do PS e do CDS por mais esta insanidade.

 

Enfim... voltem a manifestar-se, s.f.f.

publicado por Rui Oliveira às 12:58
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De Maria a 25 de Setembro de 2012 às 13:29
Vou voltar a manifestar-me sim senhor!

Quanto ao amigo Helder, mais valia ter escrito qualquer artigo sobre como eliminar as verdadeiras gorduras do estado, em vez de estar a divagar sobre as formas mais eficientes de roubar quem trabalha.
De Rui Oliveira a 25 de Setembro de 2012 às 14:02
Também eu gostava de ver eliminar as gorduras do Estado, mas mais do que as gorduras do Estado, eu gostava de ver diminuir o Estado, que é absolutamente gigantesco. Um Estado que consome 50% PIB gerado é um Estado ladrão. Se não se quer que o estado roube mais aos trabalhadores, tem que se exigir a diminuição do Estado. Não são só as PPP, energias renováveis ou fundações... Não, há muito mais coisa onde cortar, desde subsídios de toda a espécie até privatizar a RTP e a CGD. Isso sim, aí começamos a fazer poupanças que se veja. Estou longe de apoiar medidas deste governo que vão ao bolso dos contribuintes, mas a solução passa por reduzir o Estado. E isso, não me parece ser o que os manifestantes querem, Por isso, não alinho nisso. Dizer que o Estado rouba (e rouba, sim, senhora!), mas depois quer manter tudo como está com subsídios a todo e a direito e todo cheio de direitos e poucos deveres, não é assim que se vai lá.
De Maria a 25 de Setembro de 2012 às 14:28
Não quero manter tudo como está. Muito pelo contrário... estamos de acordo que o estado tem que diminuir mas não me parece que seja a privatização da RTP ou da CGD que resolva tudo. Até porque não foram estas entidades que levaram o país à bancarrota. Foi má gestão. Má gestão. Podemos ter uma RTP de serviço público bem gerida e mais barata.

Da mesma forma que a educação e a saúde não podem dar lucro. Mas são serviços essenciais que um estado tem que garantir, caso contrário qualquer dia temos um Mitt Romney a mandar vir com o pessoal que acha que o estado tem obrigação de lhes garantir coisas básicas como alimentos e saúde! Onde é que já se viu alguém ter direito a isto de mão beijada?!!!

Enfim, penso que estamos a chegar ao fim de linha de um sistema... Alternativas? Não estou muito segura, mas como está não pode continuar.
De Rui Oliveira a 25 de Setembro de 2012 às 14:36
Aí, estamos de acordo, como está não pode continuar. Mas, aquilo que eu penso que se deve fazer é muito diferente do que a esmagadora maioria dos manifestantes pensa, por isso, não vale a pena manifestar-me pois não me revejo naquilo que ouvi dizer quase todos (para não dizer todos) os manifestantes que ouvi.
Lógico que privatizar RTP (penso que o Estado não tem nada a fazer na Comunicação Social) e CGD (é apenas o braço armado do governo na economia e na banca) não resolve, mas ajuda. Dei estas como exemplo, pois são as mais conhecidas, mas não faltam organismos, empresas e agências governamentais onde cortar. Mas as reformas estruturais são difíceis e não vejo este governo com vontade de mexer em interesses instalados.
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