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Segunda-feira, 27 de Outubro de 2008
Fórmula estupidez

Leio no ABC que a FIA está a pensar, a partir de 2010, em ter um fornecedor único de motores e que, por esse motivo, a Ferrari ameaça retirar-se.

 

Claro que compreendo muito bem a reacção da Ferrari; está ideia, a coberto de uma redução de custos, é completamente estúpida e tranformaria a fórmula 1 numa espécie de "Fórmula Ford" ou "Fórmula Renault" para crescidos.

 

A Ferrari participa oficialmente em provas de F1 desde 1948 (ainda antes da criação do Campeonato do Mundo de F1), quando conseguiu o 3.º lugar por Raymond Sommer num Ferrari 125 no GP Itália, disputado em Turim. Mas a primeira grande prova internacional em que participou um Ferrari, foi o GP do Mónaco de 1948, pelas mãos de Igor Troubetzkov, num Ferrari 166 (que não era um verdadeiro F1, mas uma adaptação). Isto é, já lá vão mais de 60 anos.

 

Ao longo deste tempo houve épocas em que os GP foram todos vencidos pela mesma marca - casos de 1950 e 1952 (Alfa Romeo e Ferrari, respectivamente, descontando a aberração de Indianapolis contar para os mundiais desses anos), tempos de domínio de um motor (Ford Cosworth DFV), com os BRM, Ferrari, Matra ou Tecno a fazerem o que podiam (em 1973, os carros com o DFV ganharam todas as provas).

 

Mas, ao longo deste tempo todo, havia variedade de carros, alguns bastante exóticos (o BRM de 16 cilindros, por exemplo), mesmo não ganhando. Houve experiências interessantes a nível de motores, sendo, particularmente interessante o início da época turbo, em que havia motores turbo de 4 e 6 cilindros e motores atmosféricos de 8 e 12 cilindros.

 

É certo que, nos últimos tempos já não há tanta variedade, por via das acções reguladoras da FIA, mas ainda assim, a nível de motores havia vários construtores. E, isto para mim, é importante.

 

A fórmulas monomarca ou monomotores perdem para mim todo o interesse. Para mim, a F1 não é apenas uma questão de pilotos, é também uma questão de paixão por uma marca, como é o caso da Ferrari. Mais do que um piloto, o que me interessa é que a Ferrari ganhe. É um mito pensar que com carros iguais ou motores iguais as corridas serão mais interessantes ou que, só por isso, o melhor piloto vencerá no fim.

 

Espero que a FIA volte atrás nesta ideia peregrina e estúpida.

publicado por Rui Oliveira às 22:01
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