Triste, não... tristíssimo
A morte de uma pessoa de 75 anos que foi encontrado caído no chão com uma maca em cima, afinal, foi por traumatismo crânio-encefálico segundo nos diz o Jornal de Notícias de hoje, apesar do hospital de Aveiro ter afirmado, ontem, que o doente não tinha morrido em sequência da queda.
Isto diz muito sobre os hospitais em Portugal (e não, não estou a atacar o ministro, nem a sua política de saúde, primeiro porque não sou especialista nesse campo; segundo, pelo que conheço dos hospitais portugueses devido a familiares meus que precisaram de a eles recorrerem, não me admira que isto tenha acontecido, infelizmente).
Não obstante a conclusão inscrita na certidão de óbito,
[...] a família de Manuel Dias da Silva não pretende avançar com qualquer processo judicial contra o Hospital Infante D. Pedro "porque não dispõe de recursos financeiros e a viúva pretende ir para França, para junto dos filhos", explicou a sobrinha.
A família não tem dinheiro para a tribunal, mas espero que a Inspecção-Geral de Saúde averigue realmente o que se passou, pois, em qualquer caso, o que se passou é inadmissível.
Isto diz muito sobre os hospitais em Portugal (e não, não estou a atacar o ministro, nem a sua política de saúde, primeiro porque não sou especialista nesse campo; segundo, pelo que conheço dos hospitais portugueses devido a familiares meus que precisaram de a eles recorrerem, não me admira que isto tenha acontecido, infelizmente).
Não obstante a conclusão inscrita na certidão de óbito,
[...] a família de Manuel Dias da Silva não pretende avançar com qualquer processo judicial contra o Hospital Infante D. Pedro "porque não dispõe de recursos financeiros e a viúva pretende ir para França, para junto dos filhos", explicou a sobrinha.
A família não tem dinheiro para a tribunal, mas espero que a Inspecção-Geral de Saúde averigue realmente o que se passou, pois, em qualquer caso, o que se passou é inadmissível.