Dies Dominica
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas (Domingo XVI do Tempo Comum - Ano C)
Naquele tempo, Jesus entrou em certa povoação e uma mulher chamada Marta recebeu-O em sua casa. Ela tinha uma irmá chamada Maria, que, sentada aos pés de Jesus, ouvia a sua palavra. Entretanto, Marta atarefava-se com muito serviço. Interveio então e disse: «Senhor, não Te importas que minha irmá me deixe sozinha a servir? Diz-lhe que venha ajudar-me». O Senhor respondeu-lhe: «Marta, Marta, andas inquieta e preocupada com muitas coisas, quando uma só é necessária. Maria escolheu a melhor parte, que não lhe será tirada».
Palavra da salvação.
Por curiosidade, aguçada pelo Motu Proprio do Bento XVI, fui ver qual seria o Evangelho do deste domingo segundo o calendário litúrgico pré-Vaticano II. Desde já, manifesto a minha quase total ignorância quanto à sua organização, mas, embora não possuindo uma edição do Missal de 1962, tenho um missal romano publicado em 1945. Fiquei a saber que este é o 8.º Domingo depois de Pentecostes e o evangelho também é de S. Lucas.
Naquele tempo, Jesus entrou em certa povoação e uma mulher chamada Marta recebeu-O em sua casa. Ela tinha uma irmá chamada Maria, que, sentada aos pés de Jesus, ouvia a sua palavra. Entretanto, Marta atarefava-se com muito serviço. Interveio então e disse: «Senhor, não Te importas que minha irmá me deixe sozinha a servir? Diz-lhe que venha ajudar-me». O Senhor respondeu-lhe: «Marta, Marta, andas inquieta e preocupada com muitas coisas, quando uma só é necessária. Maria escolheu a melhor parte, que não lhe será tirada».
Palavra da salvação.
Por curiosidade, aguçada pelo Motu Proprio do Bento XVI, fui ver qual seria o Evangelho do deste domingo segundo o calendário litúrgico pré-Vaticano II. Desde já, manifesto a minha quase total ignorância quanto à sua organização, mas, embora não possuindo uma edição do Missal de 1962, tenho um missal romano publicado em 1945. Fiquei a saber que este é o 8.º Domingo depois de Pentecostes e o evangelho também é de S. Lucas.
Continuação do santo Evangelho segundo S. Lucas
Nquele tempo, disse Jesus aos discípulos esta parábola: Um homem rico tinha um feitor, que foi acusado diante dele de haver dissipado os seus bens. Então, chamou-o, dizendo-lhe: Que é isto que ouço dizer de ti? Dá-me conta da tua gerência, pois desde hoje não continuarás a ser meu feitor. Este disse no seu íntimo: Que será de mim, se o senhor me tira a gerência dos bens? ! Pois não posso cultivar a terra e tenho vergonha de mendigar! Eu sei, porém, o que hei-de fazer, a fim de que, quando me seja tirado o emprego, encontre quem me receba em sua casa. Chamando, então, os devedores do senhor, disse ao primeiro: Quanto deves ao meu senhor? Ele respondeu: cem medidas de azeite. O feito disse: Aqui tens a tua obrigação; senta-te depressa e escreve cinquenta. Depois disse ao segundo: E tu, quanto deves? Ele respondeu: Cem medidas de trigo. Toma a tua obrigação, disse-lhe o feitor, e escreve oitenta. E louvoi o senhor o feitor infiel, porque os filhos do mundo são mais hábeis na conduta dos seus negócios, do que os filhos da luz. Pois eu vos digo, acrescentou jesus: Grangeai amigos com as riquezas da inquidade, a fim de que, quando vos encontrardes com necessidade, vos recebam nas suas moradas eternas.
A edição de onde tirei este evangelho é a do Missal Romano Quotidiano (5.ª edição) publicado pelo Monsenhor Freitas Barros. É uma publicação de vulgarização, sem texto em latim do Missale Romanum (excepção feita ao Ordinário da Missa), que visava facilitar o acompanhamento da missa por parte dos fiéis.
Nquele tempo, disse Jesus aos discípulos esta parábola: Um homem rico tinha um feitor, que foi acusado diante dele de haver dissipado os seus bens. Então, chamou-o, dizendo-lhe: Que é isto que ouço dizer de ti? Dá-me conta da tua gerência, pois desde hoje não continuarás a ser meu feitor. Este disse no seu íntimo: Que será de mim, se o senhor me tira a gerência dos bens? ! Pois não posso cultivar a terra e tenho vergonha de mendigar! Eu sei, porém, o que hei-de fazer, a fim de que, quando me seja tirado o emprego, encontre quem me receba em sua casa. Chamando, então, os devedores do senhor, disse ao primeiro: Quanto deves ao meu senhor? Ele respondeu: cem medidas de azeite. O feito disse: Aqui tens a tua obrigação; senta-te depressa e escreve cinquenta. Depois disse ao segundo: E tu, quanto deves? Ele respondeu: Cem medidas de trigo. Toma a tua obrigação, disse-lhe o feitor, e escreve oitenta. E louvoi o senhor o feitor infiel, porque os filhos do mundo são mais hábeis na conduta dos seus negócios, do que os filhos da luz. Pois eu vos digo, acrescentou jesus: Grangeai amigos com as riquezas da inquidade, a fim de que, quando vos encontrardes com necessidade, vos recebam nas suas moradas eternas.
A edição de onde tirei este evangelho é a do Missal Romano Quotidiano (5.ª edição) publicado pelo Monsenhor Freitas Barros. É uma publicação de vulgarização, sem texto em latim do Missale Romanum (excepção feita ao Ordinário da Missa), que visava facilitar o acompanhamento da missa por parte dos fiéis.