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Terça-feira, 21 de Dezembro de 2004
Olha se fosse cá!
Nas minhas divagações pela rede fora, encontrei um interessante artigo sobre Charles Clarke, o recentemente nomeado ministro do Interior do governo Blair (em substituição do afastado Blunkett).

Ora este Charles Clarke era, anteriormente a esta nomeação, o ministro da Educação do mesmo governo e em 2003 disse algumas coisas extraordinárias sobre a "história medieval".

Charles Clarke, the education secretary, has continued his assault on the great subjects of academe by revealing that he regards medieval history as "ornamental" and a waste of public money.
(...)
"I don't mind there being some medievalists around for ornamental purposes, but there is no reason for the state to pay for them," he said on a visit to University College, Worcester. He only wanted the state to pay for subjects of "clear usefulness", according to today's Times Higher Educational Supplement.


Já imaginaram um ministro da educação português dizer tais disparates? E depois ainda pensamos que estamos mal servidos.
publicado por Rui Oliveira às 13:59
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Segunda-feira, 20 de Dezembro de 2004
O ferrabrás
Esta história da co-incineração é um verdadeiro conto de coragem de ferrabrás. E porquê?

Porque ele sabe perfeitamente que vai dar a imagem de um homem que não cede aos princípios por questões eleitorais, que se arrisca a perder votos por essas questões de princípios, quando sabe perfeitamente que esta questão o fará perder apenas alguns, se calhar, não muitos, votos naquela zona e nada mais.

E, pronto, assim se fica com a fama de homem de princípios.

Post scriptum. É claro que se fosse, digamos, Lisboa em questão, outro galo cantaria.

publicado por Rui Oliveira às 17:47
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Sexta-feira, 17 de Dezembro de 2004
L'enfant de Chios


Les Turcs ont passé là. Tout est ruine et deuil
Chio, l'île des vins, n'est plus qu'un sombre écueil,
Chio, qu'ombrageaient les charmilles,
Chio, qui dans les flots reflétait ses grands bois,
Ses coteaux, ses palais, et le soir quelquefois
Un chœur dansant de jeunes filles.

Tout est désert. Mais non; seul près des murs noircis,
Un enfant aux yeux bleus, un enfant grec, assis,
Courbait sa tête humiliée;
Il avait pour asile, il avait pour appui
Une blanche aubépine, une fleur, comme lui
Dans le grand ravage oubliée.

Ah ! pauvre enfant, pieds nus sur le roc anguleux!
Hélas! pour essuyer les pleurs de tes yeux bleus
Comme le ciel et comme l'onde,
Pour que dans leur azur de larmes orageux,
Passe le vif éclair de la joie et des jeux,
Pour relever ta tête blonde,

Que veux-tu? Bel enfant, que te faut-il donner
Pour rattacher gaiement et gaiement ramener
En boucles sur ta blanche épaule
Ces cheveux qui du fer n'ont pas subi l'affront,
Et qui pleurent épars autour de ton beau front,
Comme les feuilles sur le saule?

Qui pourrait dissiper tes chagrins nébuleux?
Est-ce d'avoir ce lys, bleu comme tes yeux bleus,
Qui d'Iran borde le puits sombre?
Ou le fruit du tuba, de cet arbre si grand,
Qu'un cheval au galop met, toujours en courant,
Cent ans à sortir de son ombre?

Veux-tu, pour me sourire, un bel oiseau des bois,
Qui chante avec un chant plus doux que le hautbois,
Plus éclatant que les cymbales?
Que veux-tu? fleur, beau fruit, ou l'oiseau merveilleux?

- Ami, dit l'enfant grec, dit l'enfant aux yeux bleus,

Je veux de la poudre et des balles.


Victor Hugo, les Orientales

publicado por Rui Oliveira às 16:07
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Autárquicas animadas
O presidente do meu clube decidiu, na Galiza, anunciar que iria participar activamente na campanha das eleições autárquicas do Porto, não pondo sequer de lado a hipótese de ser candidato, certamente para derrotar Rui Rio.

Não falo pelos outros mas, por mim, o facto dele ser candidato ou ir apoiar outro candidato não mudará o meu voto, pois esse será sempre, em condições normais, para Rui Rio. E o facto de ser portista não faz pensar que teria que votar de acordo com o presidente. Digo já há muito tempo que, primeiro sou português, depois portuense e, por fim, portista.

A minha escolha far-se-á sempre por aquilo que penso ser melhor para a cidade do Porto e não por opções clubísticas. São mundos muito diferentes, embora, em Portugal (e provavelmente noutros países também), esses se mundos se entrecruzem mais vezes do que necessário.

De qualquer forma, parece-me que Pinto da Costa ainda anda ressabiado pela derrota do seu grande amigo Fernando Gomes às mãos de Rui Rio. Além do mais, parece-me que Pinto da Costa tem actualmente problemas maiores do que o da Câmara do Porto.

Post scriptum. A não perder também o artigo do Blasfémias sobre o assunto.
publicado por Rui Oliveira às 01:38
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Quinta-feira, 16 de Dezembro de 2004
Islamofobia
Como se sabe, nos últimos tempos esta palavra "islamofobia" tem sido usada, sobretudo por círculos islamitas, como contraponto a "anti-semitismo". É clara esta intenção, passando assim para o lado das "vítimas".

Não vou agora aqui discutir como foi cunhado o termo "islamofobia", fica para outra vez que o tempo é pouco, apenas registar que sob os auspícios das Nações Unidas houve um dia dedicado à islamofobia. Até aí, nada de especial, mas o compte-rendu de Alexander H. Joffe é exemplificativo do tipo de discurso não muito sério que se ouve nestes proponentes do conceito de islamofobia.

Só um pequeno exemplo:

The academics in particular displayed the almost ritualized distortion of facts that have given their profession such credibility. For example, the keynote speaker, Seyyed Hossein Nasr of George Washington University stated that the term ‘anti-Semitism’ in fact was originally directed at the Arabs in Spain and was directed only at Jews in the aftermath of World War II. Actually, the term dates only to 1879 and was coined by the German journalist and agitator Wilhelm Marr as a specifically anti-Jewish expression.

Os meus leitores mais antigos, sabem que eu já dediquei um pequeno artigo chamado Anti-semitismo, o que é? onde falei das origens da palavra anti-semitismo e de que ela se dirigiu apenas e só aos judeus e não aos povos semitas em geral.

Mais, Wilhelm Marr, no seu panfleto Der Sieg der Iudenthums uber der Germanenthum (que se poderia traduzir, aproximadamente, como A vitória do Judaísmo sobre o Germanismo) de 1873 (não 1879), identifica o "problema judeu" mais com base nas diferenças raciais do que nas diferenças religiosas.

Aliás, essa uma das razões pelas quais "islamofobia" não pode ser comparada com "anti-semitismo". A primeira dirige-se a uma religião, a segunda a uma raça, em primeiro lugar, que depois é identificada com uma religião. Mas o anti-semitas não querem saber se o judeu que odeiam é praticante ou não. odeiam-no por ele ser judeu (raça) e nada mais. E isso faz toda a diferença.
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publicado por Rui Oliveira às 09:28
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Quarta-feira, 15 de Dezembro de 2004
Coligações
O trabalho aperta, os prazos são curtos, não há muito tempo para o blog. Mesmo assim não quero deixar de notar a decisão (por fim!) tomada do PSD e o CDS irem a eleições sozinhos. Já era tempo, e não sei que tipo de considerações levaram que tanto tempo fosse gasto para esta decisão.

Tenho para mim que apenas circunstâncias muito especiais, como foi o caso em 1979, poderão levar o PSD a fazer, em eleições legislativas (pois em autárquicas a situação é diferente), uma coligação pré-eleitoral. E, mais, penso que este tipo de decisão nunca deveria ter estado em dúvida, pois mostraria a força da convicção do partido em não ter medo de perder eleições (perder sozinho ou acompanhado não é indiferente)

Assim, o tempo decorrido deu ideia (e já dizia o velhinho que em política o que parece é) de uma escolha táctica em vez de uma decisão por convicção. No sábado passado, deveria ter sido de imediato anunciada esta decisão.

Ainda assim, penso que esta decisão é a melhor para o PSD.

À direita do espectro político já está tudo claro. À esquerda, não. O PS pede a maioria absoluta mas não diz o que fará se tiver maioria relativa. Cá para mim, apesar da retórica oficial, eles até são capazes de fazer mesmo acordos parlamentares com o BE (visto que com o PCP parece-me impossível).

Post-scriptum. Já agora o pacto pós-eleitoral era perfeitamente escusado.
publicado por Rui Oliveira às 14:32
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Terça-feira, 14 de Dezembro de 2004
Pequena volta ao mundo do politicamente correcto
O politicamente correcto, se não fosse perigoso para a sanidade geral da humanidade, seria até muito divertido. Por isso, proponho uma pequena volta ao mundo (anglo-saxónico) do politicamente correcto.

EUA - A proibição de chamada "junk food" está a pôr em perigo os programas escolares extracurriculares das escolas públicas de Los Angeles.

Canadá - No Canadá, uma equipa foi suspensa da liga de hóquei em que joga por ser demasiado superior às outras. Uma grande lição para a vida, sem dúvida. Decididamente, le Canadá n'est pas un pays sérieux.

Austrália - "Merry Christmas" substituído por "Happy Hollidays". O que será que se comemora nesta época? e porque é que há férias escolares? Se querem ser consequentes, esta gente terá que inventar um novo calendário, como fizeram os revolucionários franceses...

Para mais idiotices do politicamente correcto, ler, por exemplo, o excelente Tongue Tied.

publicado por Rui Oliveira às 13:13
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Segunda-feira, 13 de Dezembro de 2004
Lei da Blasfémia
Vital Moreira fala no Causa Nossa das preocupantes iniciativas legislativas empreendidas na Holanda e no Reino Unido sobre o estabelecimento de uma possível lei de blasfémia de forma a aplacar um pouco os radicais islâmicos (mas estas leis se aprovadas, obviamente não se aplicariam apenas ao islão).

Estou totalmente de acordo com Vital Moreira, tais leis representam um atentado à liberdade de expressão, para além de um retrocesso civilizacional. O delito de opinião passava a ser criminalizado. Porque é que os lóbis das minorias querem criminalizar tudo e mais alguma coisa que os conteste?

Mas, para além, desta lei da blasfémia, há outras que foram recentemente aprovadas e à qual se poderia aplicar a mesma argumentação que Vital Moreira refere contra a lei da blasfémia.

Em França, no quadro da criação de uma alta autoridade de luta contra as discriminações, incluíram-se as principais disposições do contestado Projet de loi relatif à la lutte contre les propos discriminatoires à caractère sexiste ou homophobe. Este projecto de lei não foi para a frente graças ao parecer negativo da Commission nationale consultative des droits de l'homme (CNCDH) em 18 de Novembro de 2004.

Mas o governo e a maioria não desistiram e na criação dessa alta autoridade incluíram algumas dessas disposições que os jornalistas e artistas franceses consideraram liberticidas.

Tal como Vital Moreira refere em relação às religiões, também (e reformulando a frase de Vital Moreira) a homofobia e o sexismo devem ser combatidos e condenado o ódio homofóbico e sexista e a sua instigação.

Mas esta lei não se justificava pois, mais ainda como referiram alguns parlamentares franceses durante a discussão do assunto, nem sequer havia um vazio legislativo em França acerca destes assuntos, pelo que havia sempre a hipótese de levar à justiça os casos que tal o merecessem e justificassem.

Nenhuma comunidade, nenhuma religião, nenhuma orientação sexual, nenhuma opinião política está acima de crítica, e até da caricaturização, da parte daqueles que com elas não concordam ou desaprovam. Criticar ou caricaturizar nem tem que ser obrigatoriamente ódio ou instigação contra qualquer coisa.

As minorias, de qualquer espécie, têm que aceitar as críticas, tal como as maiorias a aceitam. Só assim estaremos num estado democrático. De outra forma, caíremos numa ditadura politicamente correcta mascarada de democracia em que haverá assuntos tabus em que todos têm que estar de acordo sob pena de irem parar à prisão.

O pensamento único (que ao contrário do que alguns pensam não é neoliberal) parece estar em marcha. Cabe a nós, cidadãos, dizer-mos basta à tentativa de regulamentação daquilo que podemos ou deveremos dizer.
publicado por Rui Oliveira às 09:53
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UE - Turquia
Esta semana vai ser decisiva quanto à aceitação ou não da abertura de negociações tendo em vista a adesão da Turquia à União Europeia.

Como se sabe, o presidente Chirac, menosprezando completamente a opinião do seu partido e, pior ainda, do sentimento dos franceses em relação a esta adesão, é o mais forte apoiante desta abertura de negociações.

Ora como se sabe, não colhe o argumento de que agora só se abrem as negociações e que daqui a dez anos, no final delas, se poderá decidir, definitivamente, quanto à adesão efectiva ou não do candidato, pois ao fim de todo esse tempo não se vai dizer a esse país que agora não entram.

Em França, a oposição à entrada da Turquia é maioritária na UMP, mas também no PSF as opiniões contrárias são imensas. Uma delas é Robert Badinter que tem hoje uma entrevista sobre o assunto no Le Figaro. Mas, Badinter vai mais longe e fala também do excessivo alargamento das fronteiras europeias, aconselhando uma pausa neste contínuo crescimento.

De qualquer modo, penso que Badinter apresenta argumento sólidos e lúcidos para a recusa de abretura de negociações com a Turquia a 17 de Dezembro durante o próximo Conselho da UE.
publicado por Rui Oliveira às 09:25
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Sábado, 11 de Dezembro de 2004
Eleições
Vamos ter eleições a 20 de Fevereiro. Bom, por mim tudo bem, tanto voto a 13, como a 20 ou a 27. mas extraordinário continua a ser a obsessão com os aumentos da função pública, (que foi uma das razões dadas pelo presidente para apoiar a aprovação do orçamento).

Não estou contra os funcionários públicos, apesar de achar que existem em número exagerado no estado português (parece que os funcionários públicos substituíram, na sociedade portuguesa, os frades do Portugal do Antigo Regime, que, como se sabe, também existiam em número absurdamente elevado). Mas, esta obsessão com eles, cheira-me, como já disse anteriormente, a clientela, isto é, compra-se o voto dos funcionários através dos aumentos. E nisso, com Guterres, os socilistas esmeraram-se.

De resto, o presidente não disse nada que não se já soubesse. Aliás, é já tempo do PSD deixar de falar no presidente. É tema do passado e não é o presidente que vai a votos em Fevereiro. O PSD tem é que estabelecer desde já a sua estratégia eleitoral, com ou sem coligação (de preferência sem), com programa de governo e mostrando que os seus principais adversários não estão, nem de longe nem de perto, preparados para governar (opinião que Helena Roseta expressou há 2 semanas atrás numa entrevista ao Independente).

Espero que este fim-de-semana fiquem já resolvidas pelo menos uma destas questões...
publicado por Rui Oliveira às 01:42
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