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Sábado, 6 de Março de 2004
Pina Moura e Sousa Franco
Hoje, ao acordar, ouvi nas notícias da TSF que Pina Moura numa entrevista a Margarida Marante disse que Sousa Franco era uma má escolha porque se tornava num alvo fácil para a coligação.

Tendo em conta que Pina Moura herdou o ministério de Sousa Franco, é de pensar que o "Cardeal" sabe do que fala, porque, só os mais distraídos é que não sabem, a recessão não começou em 2002 nem em 2000. Se não fosse esse o caso, porque raio Sousa Franco não continuou no 2.º governo de Guterres. É porque estaria tudo demasiado bem?
publicado por Rui Oliveira às 17:22
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Sexta-feira, 5 de Março de 2004
Medalha de ouro
Num país dominado pela futebolite aguda (apesar desta crítica não me ponham no campo dos anti-futebolistas, pois gosto muito de futebol), é sempre bom ver outras modalidades com sucesso. Mais feliz fico quando esse sucesso acontece no atletismo, um dos meus desportos favoritos. Para mim, Jogos Olímpicos resumem-se a atletismo e pouco mais. Não perco também os campeonatos do mundo e da europa.

Por isso, fiquei bastante contente com a medalha de ouro de Naide Gomes no pentatlo dos Campeonatos Mundiais de Atletismo em pista coberta que se disputam em Budapeste. Naide Gomes é, de há algum tempo para cá, uma das melhores especialistas do pentatlo e do heptatlo a nível europeu e mundial.

Todavia, não devemos embarcar em parolismo bacocos em relação às hipóteses de Naide Gomes nos JO de Atenas, apesar dela ser uma das candidatas a ficar entre as primeiras. Temos é que nos lembrar que em Budapeste não estiveram algumas das melhores heptatlonistas, como por exemplo essa fantástica atleta sueca chamada Carolina Kluft, pelo que em Atenas a concorrência será bem maior.

Naide Gomes, de seu nome completo Ezenaide Rosário da Vera Cruz Gomes, nasceu em São Tomé e Princípe em 20/11/1979 e tem a nacionalidade portuguesa desde Maio de 2001. Em 2000, esteve presente nos JO de Sydney competindo ainda pelo seu país de nascimento São Tomé e Princípe e ainda sob o nome de Ezenaide Gomes.
publicado por Rui Oliveira às 23:05
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Praxes no andebol
Estava eu a ver a SIC Notícias, quando vi o caso de uma praxe violenta na selecção nacional de andebol de sub-20 (ou sub21? não fixei) feita a um atleta do AC Sismaria.

Eu sou totalmente contra qualquer tipo de praxe seja onde for. É uma instituição inqualificável e que qualquer pessoa com um mínimo de QI deveria repudiar.

Por isso, quando vejo os responsáveis dos dois clubes dos atletas suspensos por participarem nela a defender a praxe como um acto integradora que, por azar, foi um pouco longe de mais, só me apetecia insultá-los e dizer que pessoas daquelas não têm categoria para estar à frente de equipas seja do que for. A federação, bem como os clubes, pura e simplesmente deveriam suprimir as praxes. Menos do que isto é pura estupidez.

Podia aproveitar-se este caso para definitivamente acabar com estas práticas cavernícolas.
publicado por Rui Oliveira às 12:32
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Três meses

Faz hoje três meses que iniciei o meu blog. Para já estou satisfeito com os resultados embora, por vezes, seja difícil conseguir escrever todos os dias pois o tempo não abunda e o trabalho precisa de ser feito. Estou a tentar, mas ainda não o consegui, começar a tratar neste blog alguns dos assuntos de que mais gosto, de uma maneira mais aprofundada, para não limitar ao acompanhamento da actualidade, que obviamente deve ser feito num blog como este, mas não pode ser exclusivo. Sei que tenho leitores fiéis e agradeço-lhes, prometendo, para não chatear ninguém, que só farei novo balanço quando o blog fizer um ano (espero continuar a ter tempo para ele).

publicado por Rui Oliveira às 10:20
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Quinta-feira, 4 de Março de 2004
Mais uma vez a educação...

Brilhante a entrada do Jaquinzinhos sobre a notícia da possível introdução de exames no ensino básico por parte de David Justino.

Por minha parte só digo que não é preciso ser um "cientista" da educação para ver que o ensino tal como está, está mal. Aliás, o que é preciso é não ser um "cientista" da educação: esses só falam em projectos educativos, em interacções, em aprendentes e quejandos.

Mas quando vejo sobrinhos meus, no 7.º e 8.º anos, com dificuldades no cálculo matemático e com dificuldades a interpretar as perguntas de História, porque tiveram uma formação anterior insuficiente, percebe-se que algo vai mal. Ou então, que numa disciplina desde o 5.º ano, um deles, raramente tenha tido um teste de avaliação positivo mas, como por milagre, no último período lá sai o "3" da ordem para passar na disciplina, não pode haver defesa de um sistema não pouco exigente.

E quem diz que os exames iriam criar mais desigualdade, desengane-se. O sistema actual é que cria desigualdades. Os alunos que até ao 9.º ano passaram porque lhe facilitaram a vida e não por saberem algo vão ter imensas dificuldades a partir do 10.º ano. E no 10.º ano, aqueles que não têm bases, mas cujos pais também não têm dinheiro para pagar explicações, vão ficando para trás e só com muita dificuldade concluem o 12.º ano.

Por seu lado, os que têm dinheiro podem tentar recuperar os seus filhos através das explicações ou então, recorrem a outro expediente, os colégios privados. Por exemplo, a partir do 2.º período, as turmas de alguns colégios privados do 12.º ano aumentam exponencialmente. Outro facto que também acontece em alguns colégios privados é que as turmas do 10.º e 11.º anos são substancialmente mais reduzidas do que as do 12.º ano. Porque será? Não quero dizer com isso que os colégios privados são mais baldas, isto é, de modo geral (pois há de tudo), apenas que muitos deles têm melhores condições e, por isso, os estudantes podem ter melhores notas.

Se isto não é criar desigualdades, então o que é? Aliás, basta ver quem é que entra em Medicina, Engenharia, Arquitectura, etc. para se tirar esta conclusão.

Por outro lado, há muita gente a quem não interessa a avaliação dos alunos, até porque isso implica, indirectamente, a avaliação dos professores. E, é lógico que isso não lhes interessa. A progressão da carreira faz-se de modo burocrático e não, na maior parte dos casos, por melhoria da formação científica e já agora pedagógica (mas não exagerar, pois o excesso de pedagogia deu no que deu).

Qualquer projecto que agite as águas não interessa a ninguém que esteja solidamente dentro do sistema, pois isso iria obrigar a alterar hábitos há muito estabelecidos. O ministro vai meter-se num ninho de vespas.

publicado por Rui Oliveira às 22:59
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Os democratas e o Haiti
Leio no sítio da TSF que os democratas acusam Bush de ter contribuído para a deposição do líder eleito do Haiti.

Segundo reporta a TSF, Roberto Menendez, democrata, de Nova Jérsia, disse «Os outros países da América Latina vêem que este governo não vai defender os chefes de Estado eleitos democraticamente se não gostar deles».

Estes democratas sempre foram uns brincalhões. O Aristide foi democraticamente eleito? Eles estiveram com atenção às eleições de 2000? E aos desenvolvimentos ocorridos no Haiti nos últimos anos? O modo como Aristide se apropriou do país?

Tenham os EUA exilado ou não o Aristide, e eu acho que não, a sua saída era a única hipótese para tentar normalizar a situação política no país. Se o futuro será melhor, não sei. Em 200 anos de história de independência, os bons momentos têm sido poucos.

Agora não percebo a inclinação dos democratas americanos para acreditarem mais no Aristide do que no seu governo. Eles, antes de mais, só fanaticamente anti-Bush, tudo o resto não lhes interessa. Pobre América se estes senhores voltam ao poder. Com sujeitos assim, em vez de se voltar à era Clinton (que já não foi nada de especial), volta-se à era Carter (de longe um dos piores presidentes do séc. XX).
publicado por Rui Oliveira às 19:24
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Palestinianos com e sem aspas
Vai para aí uma pequena polémica na blogosfera portuguesa por causa do uso da palavra palestiniano com aspas. Pelo menos já envolve o Barnabé, o Homem a dias, o Causa Nossa e o Aviz.

Obviamento que não ponho em causa o direito que os palestinianos têm em ter um estado independente, mas também é verdade que essa ideia só nasceu, na prática, depois de 1967.

É preciso lembrar que em 1948 foram os árabes que impediram o nascimento de um esrado palestiniano ao terem invadido Israel com o intuito de o destruirem. Os territórios ocupados estiveram entre 1948 e 1967 ocupados por jordanos (Cisjordânia) e egípcios (Faixa de Gaza) e, nunca, mas mesmo nunca, esses dois países tentaram implantar um estado palestiniano. Porquê?

Porque muito simplesmente, esses estados estavam-se nas tintas para os palestinianos, apenas lhe interessava a destruição de Israel. E, tal como lembra Francisco José Viegas na sua resposta a Vital Moreira, com a indicação do facto da representação do mapa da Palestina da Autoridade Palestiniana ocupar também o espaço de Israel, a destruição de Israel continua na mente da OLP (apesar do compromisso assumido após os Acordos de Oslo).

É um facto histórico que a Palestina como nação nunca existiu e que, também, a construção de uma identidade palestiniana é coisa recente. Quem não quiser ver isto está a tentar reescrever a história.

Por outro lado, o mesmo não se passa com os judeus que estão na região há milhares de anos e que há muito tempo, pelo menos cerca de 3000 anos, têm Jerusalém como cidade sagrada (vejam por exemplo o salmo 137 cujas duas primeiras palavras dão o título a este blog).

Continuo a pensar que a resolução do problema israelo-árabe está muito mais do lado do árabes, pois enquanto estes continuarem a pensar apenas na destruição de Israel, não haverá jamais paz.
publicado por Rui Oliveira às 10:39
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Quarta-feira, 3 de Março de 2004
Carpe diem

Quinto Horácio Flaco (Venúsia, 65 a.C. - Roma, 8 a.C.) foi um dos maiores poetas latinos de sempre. Mas, para além de toda a consideração de que gozou na Roma antiga, Horácio exerceu uma enorme fascinação sobre a poesia europeia, sobretudo a partir do Renascimento.

Para além dos temas por ele tratados, e que foram imitados (segundo o conceito de imitação anterior ao Romantismo) por gerações sucessivas de poetas, também a sua Epistola ad Pisones, mais conhecida por Ars Poetica, foi glosada repetidas vezes até aos alvores do Romantismo.

Sem dúvida um dos seus poemas mais conhecido é esta ode do Livro I de Odes (I, 11):

Tu ne quaesieris, scire nefas, quem mihi, quem tibi
finem di dederint, Leuconoe, nec Babylonios
temptaris numeros. Vt melius, quidquid erit, pati.
Seu plures hiemes seu tribuit Iuppiter ultimam,
quae nunc oppositis debilitat pumicibus mare
Tyrrhenum, sapias uina liques et spatio breui
spem longam reseces. Dum loquimur, fugerit inuida
aetas: carpe diem, quam minimum credula postero.

Não procures, Leuconóe, - impío será sabê-lo -
que fim a nós os dois deuses destinaram;
não consultes sequer os números babilónicos:
melhor é aceitar! E venha o que vier!
Quer Júpiter te dê inda muitos Invernos,
quer seja o derradeiro este que ora desfaz
nos rochedos hostis ondas do mar Tirreno,
vive com sensatez destilando o teu vinho
e, como a vida é breve, encurta a longa esp'rança.
De inveja o tempo voa enquanto nós falamos:
trata pois de colher o dia, o dia de hoje,
que nunca o de amanhã merece confiança.
(trad. David Mourão-Ferreira)

Não sei como há gente que consegue dar a disciplina de Português e falar do sécs. XVI, XVII ou XVIII, ou mesmo Ricardo Reis, sem sequer terem lido, minimamente, Horácio (repetindo apenas aquilo que lêem em artigos e outros materiais de apoio e nenhuma experiência de leitura directa, que nem sequer precisava de ser no original - há traduções excelentes).

Catulo, Horácio e Vergílio (de quem falarei proximamente) estão sem dúvida no lote de grandes poetas de todos os tempos.

publicado por Rui Oliveira às 20:19
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Novos desafios para a escola
Neste últimos tempos o Jornal de Notícias tem vindo a fazer uma espécie de retrato da Espanha, numa série de artigos sob o título genérico de "Espanha à lupa", onde passam por diversas regiões espanholas. Uns artigos são melhores, outros piores, quase todos aproveitam para dar bicadas no PP de Aznar (enfim, senão nem era o Notícias, não é?), mas de vez em quando encontram-se coisas interessantes que nos levam até para outras reflexões que não só sobre a Espanha.

O de hoje, intitulado O racismo começa na escola, da autoria de Helena Teixeira da Silva, é sobre a Catalunha e a imigração e, ao falar sobre a escola, escreve isto:


"Eu tenho um chinês no meio de 13 espanhóis". Maria José Miguel ergue os braços: "O que é que eu faço? Ele não percebe nada!". Mesmo os sul-americanos têm dificuldades. "Vêm para cá a achar que a língua é parecida, mas o registo não é igual". Katherine Cabrera, 12 anos, acabada de chegar do Equador, comprova-o. "As pessoas são muito diferentes. Não entendo o que dizem. As minhas amigas estão no meu país".

Tão ou mais ardiloso do que a língua será a tradição em que nasceram. "Querem vir para cá, mas não conseguem desvincular-se da sua cultura. As mulheres magrebinas, por exemplo, que mesmo aqui são vendidas como camelos, desaparecem aos 15 anos para casar", refere Montse Pallou. "Além disso,só têm ensino religioso, não sabem ler nem escrever, só recitar o Corão. Os rapazes do Norte de África são sexualmente precoces. Os sul-americanos são machistas. Obrigam as mulheres a trabalhar e dizem-nos que bater-lhes a seguir a beber é perfeitamente normal. Os marroquinos são agressivos. E a estrutura escolar não consegue dar resposta a isto tudo". Maria José Miguel baixa os braços."É impossível".


Numa parte anterior do artigo menciona-se a Escola Secundária de Pedraforce, em Hospitalet, em que para além do número de estrangeiros, a sua origem é muito variada:

Se o volume de estrangeiros cria dificuldades - em Pedraforce, mais de 70% dos alunos vêm de fora - a mistura dos países de origem não contribui para facilitar o sucesso. No recreio não há duas pessoas iguais. "Temos chineses, magrebinos, filipinos, marroquinos, de Leste e sul-americanos: equatorianos, peruanos, colombianos. Quase todos sem vontade de estudar. Querem começar a ganhar dinheiro depressa", explica Maria José Miguel, professora de História naquele estabelecimento.

Não sei como será a situação actual em Portugal, mas em algumas escolas começa já haver um bom número de filhos de imigrantes a frequentá-las. Dentro em pouco serão bem mais. Estará a nossa escola preparada para isso? Duvido. Se só com portugueses os nossos cientistas da educação conseguiram estragar o sistema de ensino, com tal diversidade vão-se, certamente, perder em lindas teorias multiculturalistas que em vez de levar à integração, conduzirão, inevitavelmente, a uma comunitarização das comunidades imigrantes e, que, como se sabe, tem como consequência a sua marginalização (veja-se os desastrosos resultados na Holanda que políticas desse género tiveram).

Sinceramente, eu não tenho a solução para este problema, mas não é com soluções de "engenharia social" que se vai resolver o assunto. Penso que, apesar de tudo, a solução não deverá ser do género "theory driven", mas muito numa análise pragmática e sem ideias pré-concebidas (coisa que eu acho impossível para os cientistas da educação).

Não estou muito optimista.

publicado por Rui Oliveira às 12:21
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Terça-feira, 2 de Março de 2004
Será que vai aparecer alguém a também justificar isto?
Foi com espanto (isto é, não exageremos, com alguma surpresa) que li esta notícia:


NABLUS, West Bank - Israeli security forces arrested three Palestinian youths who planned to carry out a suicide attack out of anger over Israel's West Bank barrier, relatives said Sunday.


The youths, ages 13 and 14, were among the youngest ever arrested for planning suicide attacks. Parents of one of the boys expressed outraged that militant groups had taken to drafting young boys to carry out suicide attacks.


Most suicide bombers have been in their 20s. The youngest was 16 years old.


The army did not immediately comment.


Mohammed Abu Mahsen said his 13-year-old son, Tarek, along with his friends, Jaffer Hussein, 13, and Ibrahim Suafta, 14, left a letter saying they planned to carry out a shooting attack at an Israeli military checkpoint or army base, he said.


The 13-year-olds claimed to be members of Islamic Jihad, while Suafta said he belonged to the Al Aqsa Martyrs' Brigades, a militant group linked to Yasser Arafat's Fatah movement, family members said. The boys were arrested last Thursday.

Será que os terroristas palestinianos vão continuar a surpreender-nos com cada vez maiores níveis de febre assassina?



publicado por Rui Oliveira às 20:09
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