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Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2004
Provas de aferição... qual o espanto?

Hoje, esta notícia do Público diz-nos que os resultados da provas de aferição são maus.

Santos Silva que, quando ministo da educação parece que ignorava o estado desta, diz na TSF que havia uma infantilização do ensino. Até parece que é de hoje! Já deixei de dar aulas há 3 anos (mas não foi por reforma,não sou assim tão velho) e a coisa já era grave a nível do secundário.

</a>Por seu lado, Vital Moreira no Causa Nossa, diz o seguinte:

Em vez de ensinarem, as escolas estão a produzir analfabetos literários e científicos. Sem Português e Matemática, que são ferramentas transversais para todos os demais saberes, não se pode ser bom em nada. A falta de educação pré-escolar digna desse nome, a elementarização do ensino básico (de onde se sai a mal saber ler e escrever e sem saber fazer quaisquer contas), a infantilização do ensino secundário, manuais escolares deficientes, pedagogias laxistas, professores incompetentes e sem a preparação adequada, ausência de uma cultura de rigor e de exigência de avaliação, o horror às reprovações, tudo isto e mais alguma coisa está a fazer do nosso ensino um escandaloso descalabro.
É precisa uma revolução. É o futuro do País que está em causa.

Por uma vez, algum dia tinha que ser, estou de acordo com Vital Moreira. No entanto, muita gente que não visse o nome por baixo do texto, diria logo que se tratava de mais um perigoso direitista a falar. No governo, não ouvi ninguém do PS falar assim. E os "cientistas da educação" que comandam o ministério há longos anos, ainda muito menos.

Quando dei aulas nos secundário sentia bem a falta de uma formação sólida nos meus alunos. De burros eles não tinham nada, apenas não tinham sido habituados a trabalhar para obter resultados, olhando para as disciplinas escolares como um frete que tinham que suportar. Simplesmente, não viam a vantagem em estudar se até aí tinham passado sem o fazer.

É claro que a resposta a este desinteresse não é facilitar-lhes ainda mais a vida, bem pelo contrário. O ensino, desde o início, tem que ser rigoroso (não estou a dizer autoritário), tem que ensinar-se que os resultados alcançam-se trabalhando. E não me digam que isto vai criar exclusão, pois o que cria exclusão é a situação actual, onde os melhores (seja porque são naturalmente bons estudantes, quer porque os pais têm posses para os ajudar) conseguem avançar sempre. Os outros são fatalmente condenados ao insucesso e a ignorância, com um futuro comprometido. 

E eu tive exemplos práticos do que digo...


publicado por Rui Oliveira às 22:31
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