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Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2004
A verdadeira face de Tariq Ramadan
Dois artigos em Le Nouvel Observateur sobre este intelectual muçulmano suíço que faz grande sucesso nas cités de França.

Em Le vrai visage de Tariq Ramadan, relata-se os antecedentes históricos de Ramadan.

No segundo, Ramadan, les dits et les non-dits, uma entrevista com Caroline Fourest em que algumas das afirmações de Ramadan são descodificadas. Por exemplo, o significado de "laicidade" ou "razão" em Ramadan:

Par exemple lorsque Ramadan dit qu’il est d’accord avec la «laïcité» ou qu’il n’est pas pour une lecture «littérale» mais «contextualisée» de l’islam «à la lumière de la raison». Le grand public comprend qu’il est favorable à une interprétation rationnelle du Coran et qu’il est prêt à adapter sa religion au cadre laïque. En réalité, Tariq Ramadan passe une grande partie de ses conférences auprès des jeunes musulmans à expliquer comment il faut jouer des «interstices» de la laïcité en la considérant non pas comme une séparation du religieux et du politique mais comme une neutralité devant accueillir toutes les confessions. De même qu’il n’entend pas du tout le mot «raison» au sens d’esprit critique envers la religion mais comme un cheminement permettant de redécouvrir la foi. Ce qui change tout. Lorsque vous aurez compris qu’il défend un islam «englobant», au sens d’un mode de vie supérieur à toute loi humaine, et qu’il considère l’Europe comme sa terre de prosélytisme (dar el chahada), vous comprendrez pourquoi, chaque fois qu’il passe quelque part, les jeunes se radicalisent et se mettent à considérer que leur identité musulmane doit primer sur leur citoyenneté française.

E sobre o facto de se poder ser "francês" e "muçulmano", Fourest esclarece:

Tariq Ramadan explique qu’il ne voit aucune contradiction entre le fait d’être «français» et «musulman», mais c’est parce qu’il considère que ses deux appartenances ne sont pas du tout du même ordre. Pour lui, cela revient à confondre une piscine avec la mer. Et devinez quelle est la piscine? Pour lui, la nationalité française n’est qu’une situation géographique, qui ne peut en aucun cas primer sur la référence que constitue à ses yeux l’identité musulmane. D’une certaine façon, il importe en Europe son histoire familiale, dans laquelle l’identité musulmane est la seule chose qui a permis à sa famille de supporter l’exil. Même s’il engage les jeunes musulmans européens à se saisir de la citoyenneté française, au bout du compte il leur transmet une vision de l’islam qui finit par les transformer en éternels exilés.

Para quem se interessa pelo assunto, são dois artigos a ler

De qualquer modo, não há que esquecer que este Tariq Ramadan foi convidado no Fórum Social Europeu. Não há dúvida que os anti-globalização, na sua ânsia de contrariar os americanos, têm os amigos mais estranhos e perigosos que se podem encontrar.
publicado por Rui Oliveira às 16:22
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