Liberae sunt enim nostrae cogitationes - Cícero (Mil. 29 - 79) . Um blog de Rui Oliveira superflumina@sapo.pt
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Quinta-feira, 3 de Maio de 2012
Fait divers

Não deixei de sorrir quando vi esta notícia no ABC. Pelos vistos, a Generalitat acreditou demasiado na publicidade dos tradutores automáticos, mas como se pode ver será um pouco exagerado pensar que a tradução automática poderá vir a substituir em breve a tradução humana. Como dizia o chefe da aldeia dos irredutíveis gauleses "amanhã não será a véspera desse dia". Entretanto, como a própria notícia o diz, a opção da tradução automática foi retirada (fizeram bem, porque quem não perceber catalão e quiser ficar mais ou menos informado sobre o que lá se escreve, sempre pode ir ao Google pôr o url no tradutor automático e traduzir para a língua que desejar).

 

A tradução automática melhoru imenso nos últimos anos e continuará a melhorar no futuro. Duvido que alguma vez possa substituir toda a tradução humana. Como tradutor, não tenho muito medo destes avanços. Por outro lado, a tradução automática até é útil para línguas que não dominamos, mas de que queremos saber de que trata o texto. E nem sempre produz frases estúpidas, sendo que, em muitos casos até já me surpreendeu pela boa qualidade da tradução. Mas, sobretudo no tipo de traduções que faço, está longe de ser útil.

 

Mas vou continuar a acompanhar a sua evolução e sem grandes medos. A evolução tecnológica, a vários níveis, também faz parte da profissão de tradutor.

 

publicado por Rui Oliveira às 10:18
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Domingo, 9 de Outubro de 2011
A tradução nos jornais

Que todos os dias quando abrimos os jornais encontramos erros de tradução mais ou menos clamorosos (bem, a discussão sobre o que é um erro de tradução pode ser algo verdadeiramente complexa, mas aqui até sou vou falar daqueles que são evidentes) é quase um facto da vida. Se tivessemos que apontar esse tipo de erros, não teríamos tempo para mais nada. Por isso, não foi com surpresa que vi este texto no Linguagista sobre um artigo no Público on-line (publicado em 06.09) que levou a uma carta de uma leitora ao provedor do leitor do jornal, criticando a tradução e sintaxe desse mesmo artigo, não faltando mesmo um malfadado "eventually" traduzido por "eventualmente" (como acontece com demasiada frequência).

 

O texto do Helder Guégués despertou-me curiosidade para visitar o blog do provedor do leitor do Público, José Queirós, para ver a resposta e a justificação da Direcção do jornal e, francamente, não fiquei espantado.

 

Diz então Bárbara Reis, directora do Público:

 

Usa­mos tra­du­to­res pro­fis­si­o­nais para gran­des tex­tos, publi­ca­dos na revista, por exem­plo
No dia-a-dia já tive­mos secre­tá­rias com essa for­ma­ção e espe­ci­a­li­dade, mas tal não é ver­dade há uns anos, dada a gra­dual dimi­nui­ção da redac­ção.
Os jor­na­lis­tas usam fon­tes em várias lín­guas. Alguns dos erros que nota­mos não tem a ver com igno­rân­cia, mas com dis­trac­ção. Ou seja, alguém que passa o dia a ler ou a falar em inglês, quando vai escre­ver não se aper­cebe das tra­du­ções lite­rais que está a fazer. É um pro­blema que só se con­se­gue resol­ver refor­çando o número de desks e edi­to­res online, inca­pa­zes de lerem com aten­ção todos os 150 tex­tos que publi­ca­mos por dia.
Esta­mos neste momento a equa­ci­o­nar esse mesmo reforço.

 

O Público até usa tradutores, mas para grandes textos na revista. Antes tinhas secretárias com essa formação e especialidade. Alto! Secretárias que tinham a formação e especialização de tradução. Então, eram tradutoras, não secretárias! Ou eram secretárias que faziam traduções nas horas vagas ou entre outros afazeres? Que tipo de formação e especialização? É que ser tradutor não é uma questão de ter ou não um curso de tradução. É um bocadinho mais do que isso.

 

Mas o terceiro parágrafo é verdadeiramente espantoso. Os jornalistas não erram por ignorânica, mas por distracção: "alguém que passa o dia a ler ou a falar em inglês, quando vai escrever não se apercebe das traduções literais que está a fazer". Sinceramente, nem acredito que leio isto. Por um lado, talvez isso aconteça pelo facto de eles não serem tradutores. Um tradutor passa o dia a ler em língua estrangeira para escrever um texto em português (neste caso) e não é por isso que faz traduções literais.

 

Em segundo lugar é bastante grave que um jornalista não tenha a sensibilidade para perceber que o texto que escreveu não está em bom português ou num português minimamente escorreito. É que alguns decalques sintácticos soam tão mal que o jornalista deveria perceber que haveria algo de errado com o seu texto (por ex. a frase que a leitora dá como exemplo de má construção "e há estirpes muito resistentes que a medicina actual tem menos e menos ferramentas para lutar contra" e que no texto actualmente on line já foi retocada com "cada vez menos" a substituir "menos e menos").

 

O que me parece é que muito jornalismo actual é feito à base de traduções e que nem toda a gente é competente para as fazer. O controlo é inexistente (e não só para as notícias que são traduzidas). E que, também, não basta saber línguas para as saber fazer.

publicado por Rui Oliveira às 23:54
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Domingo, 21 de Agosto de 2011
Notícias e traduções

Enquanto vejo o Portugal - Brasil na final de sub-20, decidi dar uma volta pela net, pois neste sábado não tive muito tempo para irsso. E, ao passar pelo i, vi um título que muito surpreendeu: Défice de 3% do PIB em 2013 é "intangível", diz primeiro-ministro francês. Não é por nada, mas isto soou-me logo a má tradução. É que é uma frase que a maioria das pessoas terá dificuldade em interpretar.

 

Mas, foi ler a notícia, assinada pela Lusa, e que lá diz é o seguinte:

 

“Foi definida uma trajetória de finanças públicas que prevê o retorno a um défice de 3 por cento em 2013 e isso é intangível”, escreveu Fillon.

 

Bem, por aqui se percebe que a palavra que melhor traduziria o que Fillon disse, e que seria muito mais compreensível para o leitor (sobretudo no título), era "intocável". Claro que me poderão dizer que intagível também pode significar o que não pode ser tocado, o que é intocável (consultar, p. ex., o Houaiss), pelo que, formalmente, a tradução está correcta. Mas, facto é, que, sobretudo num título, ela não é muito clara, e o leitor tem que pensar um pouco sobre o significado da palavra. Aliás, nem sequer foi original na minha estranheza, pois os comentários à notícia reflectem a mesma estranheza e o entendimento que eu tive.

 

Quando se traduz, têm que ser fazer escolhas e ssas escolhas podem depender de diversos factores e, até, da forma com abordamos teoricamente uma tradução (ou a tradução em geral). Nas notícias, penso que se deve traduzir, sem tentar fazer interpretações autênticas do que está escrito, do modo mais claro possível para o leitor, para que este não se ponha a fazer conjecturas do que estaria escrito no original. E, francamente, isso acontece-me muitas vezes quando leio notícias. Dou comigo a pensar o que estaria no original, o que me leva, quando tenho tempo para tal, a procurar na Web, a notícia que poderá ter dado origem aquilo que eu estou a ler.

 

Neste caso específico, a minha escolha recaíria em "intocável", pois penso que ela transmite da melhor forma em português a ideia que Fillon escreveu em francês. Por vezes, isto parcerá uma picuinhice, mas as traduções estão cheias destes pequenos nadas.

 

P.S.: Já agora, só para que fique registado, em francês, Fillon disse:

 

"Une trajectoire de finances publiques a été définie, qui prévoit le retour à un déficit de 3% en 2013, et elle est intagible."

 

publicado por Rui Oliveira às 03:56
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Segunda-feira, 15 de Março de 2010
Legendagens...

O caso contado por José Mendonça da Cruz sobre a legendagem do filme Estado de Guerra em que "oil tanker" é traduzido como "petroleiro" é apenas, mais do que a demonstração da incompetência de quem fez a legendagem, a enésima demonstração de que para traduzir não basta saber línguas. E o contexto também ajuda... entre outras coisas.

 

Mas o mal que este tipo de erros tem é que o resto da legendagem pode estar impecável, mas um erro destes põe uma mácula indelével sobre a mesma, pois é um erro demasiado grosseiro.

publicado por Rui Oliveira às 18:50
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Terça-feira, 29 de Setembro de 2009
Terá sido mesmo o tradutor?

A notícia já não é nova, pois passou-se no dia em que Khadafi discursou na assembleia-geral das Nações Unidas. Segundo o Correio da Manhã, Khadafi deixa tradutor de rastos.

 

Não quero ser picuinhas, mas Khadafi não deixou o tradutor de rastos, quando muito deixou o intérprete de rastos. Não é exactamente a mesma coisa.

 

Eu sou tradutor, mas nunca serei um intérprete. Cada profissão tem  especificidades próprias que as tornam bastante diferentes. O intérprete embora se prepare para quilo que vai fazer tem que ter sempre uma rapidez de pensamento e um desembaraço admiráveis. Eu prefiro, mesmo com prazos apertados, mais da reflexão que a tradução permite.

 

publicado por Rui Oliveira às 17:31
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Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009
Discurso de Obama em português

Ouvi de modo mais ao menos desatento o discurso de Obama e, francamente, não me pareceu nada de especial. Mas, enfim, também sou suspeito, pois para mim o Obama não é nada de especial, pelo que também não espero grande coisa dele.

 

Vi agora que o Público fez e publicou on-line a tradução do discurso do Obama para português. Acho uma excelente iniciativa seja qual for a qualidade do discurso. O único reparo que queria aqui fazer não se relaciona com a qualidade (ou falta dela) da tradução, mas antes a um pequeníssimo pormenor: é que a tradução vem assinada como Público.

 

Ora, o Público não é, que eu saiba, um tradutor (nem sequer há qualquer ferramenta de tradução automática chamada Público), pelo que a tradução foi feita por alguém (tenha sido uma ou mais pessoas não interessa). Assim sendo, seria da mais elementar justiça pôr o nome do tradutor (esteja ele ligado ou não jornal por qualquer tipo de vínculo).

 

A tradução é um trabalho intelectual (para o qual não basta saber línguas - já os antigos sabiam disto) que deve ser reconhecido, pelo menos, com a divulgação do nome do seu autor.

publicado por Rui Oliveira às 01:26
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Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008
Urânio empobrecido

Estava hoje a ver no canal Hollywood o filme O Chacal (The Jackal),  quando, a certa altura, o assassino está a experimentar a sua arma, na legendagem lesse que a munição era de "urânio deplectivo".

 

Claro que o se queria dizer era "urânio empobrecido", embora eu já tenha encontrado ainda "urânio depletado", "urânio exaurido" e "urânio esgotado" (estas três últimas em textos brasileiros, muito raramente em textos portugueses).

 

Não sei de quando data a tradução/legendagem, mas o facto é que o termo "urânio empobrecido" é, depois de todo o barulho que foi feito à volta dele pelo seu uso na ex-Jugoslávia, bastante conhecido.

 

O problema dos termos técnicos é que se não se utiliza o termo mais corrente, nota-se logo e tal pode manchar (justa ou injustamente) toda uma tradução, embora não se possa avaliar uma tradução por um caso isolado.

 

O problemas dos termos técnicos é que, alguns deles, são muito visíveis e atraem logo as atenções.

publicado por Rui Oliveira às 23:57
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Sexta-feira, 1 de Agosto de 2008
A Bíblia e a história

Num comentário ao meu post A falta que os clássicos fazem (II) a Adriana refere que não é só a leitura dos clássicos que faz falta, mas também da Bíblia, como livro fundador da nossa cultura judaico-cristã.

 

De facto, um maior conhecimento bíblico, não são evitaria que alguins tradutores passassem vergonhas (que era disso que se falava nesse post), mas também aumentaria a capacidade de compreensão e/ou interpretaçãode muito que se passa no nosso mundo.

 

É que, ao contrário do que muitos possam pensar, a Bíblia não é uma colecção de superstições/mitos religiosos de um pequeno povo que vivia numa terra para onde confluíram os grande impérios da Antiguidade, mas uma verdadeira biblioteca composta por livros muito diferentes entre si e, que além de tudo, têm, em alguns passos, uma elevadíssima qualidade literária.

 

Mas, a Bíblia é também o testemunho da história de um povo que vive naquela terra há mais de 3000 anos (apesar de haver muita gente a querer negar isso). Frequentemente, a única fonte histórica para determinados factos  é um dos livros da Bíblia. E, nos últimos tempos, alguns desses factos históricos são confirmados por descobertas arqueológicas.

 

Esta que li hoje no The Jerusalem Post é relativa ao tempo do reinado do rei Sedecias (597-586 a.C.), último rei de Judá. Numa escavação foi encontrado um selo de Godolias, filho de Pachiur, ministro do rei Sedecias. Tal como diz a notícia, este selo é o segundo a ser encontrada naquela zona, pois há algum tempo foi encontrado um outro selo, desta vez de um outro ministro desse mesmo rei, Jucal, filho de Chelemias. O interessante deste assunto é que estes dois ministros aparecem referidos no livro de Jeremias (38, 1-4):

 

Chefatias, filho de Matan, e Godolias, filho de Pachiur, e Jucal, filho de Chelemias, e Pachiur, filho de Malaquias, ouviram as palavras que Jeremias dirigira a todo o povo: «Assim fala o Senhor: 'Aquele que ficar nesta cidade morrerá à espada, de fome e de peste; e aquele que sair para se entregar aos caldeus será tomado como despojo, mas terá a vida salva.' Oráculo do Senhor: 'A cidade será entregue nas mãos do exército do rei da Babilónia, para que a conquiste.'»

 

Sigo aqui a tradução da Nova Bíblia dos Capuchinhos, realizada a partir dos textos originais.

 

Certamente no subsolo de Jerusalém há muitos outros vestígios que confirmarão outros factos mencionados na Bíblia. Mas, é sempre fascinante quando tal acontece.

publicado por Rui Oliveira às 16:57
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Terça-feira, 29 de Julho de 2008
Uma pequena dúvida

Hoje, na televisão, vi o advogado do Vitória de Guimarães dizer que tinha enviado para a UEFA o parecer de Freitas do Amaral na sexta-feira passada, devidamente traduzido. Isto claro, numa tentativa mais de alcançar na secretaria aquilo que não alcançou no campo, isto é, chegar directamente à Liga dos Campeões.

 

Mas, a minha dúvida nem tem nada a ver com futebol e estes trocadilhos jurídicos. Tem antes como uma dúvida que me surgiu quando ele disse que enviou o parecer traduzido na sexta-feira passada. Até pensei que tinha ouvido mal. Mas não, o Record refere isso mesmo:

 

[...] o requerimento foi enviado segunda-feira depois de, sexta-feira, ter seguido, devidamente traduzido, o parecer do professor Freitas do Amaral, encomendado pela FPF, que depois adoptou as suas indicações, assim como o comunicado do presidente da FPF, Gilberto Madaíl.

 

E qual é a minha dúvida? É simples:

 

O parecer de Freitas do Amaral tem 137 páginas (pode ser encontrado aqui). Embora não sejam páginas muito cheias, penso que o documento deve ter mais de 20 000 palavras (mas mesmo que tenha menos, sempre serão muitos milhares de palavras).

 

Segundo, o parecer foi publicado no sítio da FPF na sexta-feira, dia 25 de Julho, tendo este parecer, segundo as notícias daquela semana, sido entregue na Federação no dia anterior.

 

O Guimarães até poderia ter recebido o parecer antes da publicação da FPF (coisa em que não acredito muito), mas nunca o poderá ter recebido antes da FPF.

 

A minha dúvida é: como conseguiram eles traduzir e enviar ainda na própria sexta-feira o dito parecer? É que a não ser que tivessem conhecimento do parecer com uma antecedência razoável,  o Guimarães nunca conseguiria traduzir e enviar para a UEFA o parecer nesse dia 25 de Julho. Será que utilizaram um programa de tradução automática? Utilizaram vários tradutores e juntaram tudo no final (má solução)?

 

Agora a sério, é que, sinceramente e como tradutor profissional que traduz várias centenas de mlhares de palavras por ano, gostava mesmo de saber como o fizeram...

 

Post scriptum: Já agora, espero que o Guimarães lute por chegar à Liga dos Campeões por direito próprio. É que por este modo, está difícil.

publicado por Rui Oliveira às 18:30
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Terça-feira, 22 de Julho de 2008
A falta que os clássicos fazem (II)

Há uns tempos, escrevi o post A falta que os clássicos fazem, a propósito da tradução na série televisiva "Mentes Criminosas", no AXN, de um nome da mitologia grega: Caronte.

 

Hoje, no mesmo AXN, mas na série CSI Nova Iorque, Caronte aparece de novo como "Charon" e o Estige era o "Styx". Parece que se continua a não ler os clássicos.

 

publicado por Rui Oliveira às 23:53
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