Liberae sunt enim nostrae cogitationes - Cícero (Mil. 29 - 79) . Um blog de Rui Oliveira superflumina@sapo.pt
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Domingo, 20 de Janeiro de 2008
Isaías
Um dos livros mais interessantes de todo o Antigo Testamento é sem dúvida o livro do profeta Isaías que, na verdade, não é um único profeta, mas três, pois num único livro reuniram-se os escritos de Isaías (nascido por volta de 760 a.C.) e de dois outros profetas, denominados Deutero-Isaías e Trito-Isaías, de quem nada sabemos, mas que viveram já depois do regresso do exílio da Babilónia (séc. VI a.C.). Proto-Isaías: 1-39, Deutero-Isaías:  40-55; Trito-Isaías: 56-66.

O livro de Isaías é interessante não são pelas implicações teológicas do mesmo, mas sobretudo por. apesar de ser escrito por três pessoas diferentes, separadas por quase duzentos anos, ser uma obra literária superior, extremamente poética, cheia de símbolos e metáforas.

A liturgia de hoje, tem como primeira leitura parte (Is 49, 3.5-6) do chamado Segundo Cântico do Servo (Is 49, 1-6), que é um oráculo (poema) sobre o Servo de Deus. Apresento-o aqui na sua totalidade (edição da Difusora Bíblica: 1998):

«Ouvi-me, habitantes das ilhas,
prestai atenção, povos de longe.
Quando ainda estava no ventre materno, o Senhor chamou-me
quando ainda estava no seio da minha mãe,
pronunciou o meu nome.
Fez da minha palavra uma espada afiada,
Fez da minha mensagem uma seta penetrante,
guardou-me na sua aljava.
Disse-me: «Israel, tu és o meu servo,
em ti serei glorificado.»
Eu dizia a mim mesmo: «Em vão me cansei,
em vento e em nada gastei as minhas forças.»
Porém, o meu direito está nas mãos do Senhor,
e no meu Deus a minha recompensa.
E agora o Senhor declara-me
que me formou desde o ventre materno
para ser o meu servo,
para lhe reconduzir Jacob,
e para lhe congregar Israel.
Assim me honrou o Senhor.
O meu Deus tornou-se a minha força.
Disse-me: «Não basta que sejas meu servo,
só para restaurares as tribos de Jacob,
e reunires os sobreviventes de Israel.
Vou fazer de ti luz das nações,
para que a minha salvação chegue até aos confins da terra.»
publicado por Rui Oliveira às 12:49
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Domingo, 22 de Julho de 2007
Dies Dominica
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas (Domingo XVI do Tempo Comum - Ano C)

Naquele tempo, Jesus entrou em certa povoação e uma mulher chamada Marta recebeu-O em sua casa. Ela tinha uma irmá chamada Maria, que, sentada aos pés de Jesus, ouvia a sua palavra. Entretanto, Marta atarefava-se com muito serviço. Interveio então e disse: «Senhor, não Te importas que minha irmá me deixe sozinha a servir? Diz-lhe que venha ajudar-me». O Senhor respondeu-lhe: «Marta, Marta, andas inquieta e preocupada com muitas coisas, quando uma só é necessária. Maria escolheu a melhor parte, que não lhe será tirada».

Palavra da salvação.

Por curiosidade, aguçada pelo Motu Proprio do Bento XVI, fui ver qual seria o Evangelho do deste domingo segundo o calendário litúrgico pré-Vaticano II. Desde já, manifesto a minha quase total ignorância quanto à sua organização, mas, embora não possuindo uma edição do Missal de 1962, tenho um missal romano publicado em 1945. Fiquei a saber que este é o 8.º Domingo depois de Pentecostes e o evangelho também é de S. Lucas.

Continuação do santo Evangelho segundo S. Lucas

Nquele tempo, disse Jesus aos discípulos esta parábola: Um homem rico tinha um feitor, que foi acusado diante dele de haver dissipado os seus bens. Então, chamou-o, dizendo-lhe: Que é isto que ouço dizer de ti? Dá-me conta da tua gerência, pois desde hoje não continuarás a ser meu feitor. Este disse no seu íntimo: Que será de mim, se o senhor me tira a gerência dos bens? ! Pois não posso cultivar a terra e tenho vergonha de mendigar! Eu sei, porém, o que hei-de fazer, a fim de que, quando me seja tirado o emprego, encontre quem me receba em sua casa. Chamando, então, os devedores do senhor, disse ao primeiro: Quanto deves ao meu senhor? Ele respondeu: cem medidas de azeite. O feito disse: Aqui tens a tua obrigação; senta-te depressa e escreve cinquenta. Depois disse ao segundo: E tu, quanto deves? Ele respondeu: Cem medidas de trigo. Toma a tua obrigação, disse-lhe o feitor, e escreve oitenta. E louvoi o senhor o feitor infiel, porque os filhos do mundo são mais hábeis na conduta dos seus negócios, do que os filhos da luz. Pois eu vos digo, acrescentou jesus: Grangeai amigos com as riquezas da inquidade, a fim de que, quando vos encontrardes com necessidade, vos recebam nas suas moradas eternas.

A edição de onde tirei este evangelho é a do Missal Romano Quotidiano (5.ª edição) publicado pelo Monsenhor Freitas Barros. É uma publicação de vulgarização, sem texto em latim do Missale Romanum (excepção feita ao Ordinário da Missa), que visava facilitar o acompanhamento da missa por parte dos fiéis.

publicado por Rui Oliveira às 02:07
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