Liberae sunt enim nostrae cogitationes - Cícero (Mil. 29 - 79) . Um blog de Rui Oliveira superflumina@sapo.pt
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Sábado, 21 de Abril de 2012
Socialism at work

Na Venezuela, a brilhante política de preços controlados está a deixar as prateleiras vazias. Nada que não se soubesse já. Mas não há maneira de aprenderem. Por cá, também há gente a advogar preços controlados. Pois...

publicado por Rui Oliveira às 12:53
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Quarta-feira, 4 de Janeiro de 2012
Quem não tem dinheiro... (II)

No seguimento do post anterior, sobre esta notícia do Público, e da troca de comentários por ele originada, não posso deixar de recomendar a leitura de Ce qu'on voit et ce qu'on ne voit pas (IV. Théâtres, Beaux-Arts) de Frédéric Bastiat. Foi escrito há mais de 160 anos, mas continua verdadeiramente actual. Eis alguns excertos (destaques meus):

 

Mais, par une déduction aussi fausse qu'injuste, sait-on de quoi on accuse les économistes? c'est, quand nous repoussons la subvention, de repousser la chose même qu'il s'agit de subventionner, et d'être les ennemis de tous les genres d'activité, parce que nous voulons que ces activités, d'une part soient libres, et de l'autre cherchent en elles-mêmes leur propre récompense. Ainsi, demandons-nous que l'État n'intervienne pas, par l'impôt, dans les matières religieuses? nous sommes des athées. Demandons-nous que l'État n'intervienne pas, par l'impôt, dans l'éducation? nous haïssons les lumières. Disons-nous que l'État ne doit pas donner, par l'impôt, une valeur factice au sol, à tel ordre d'industrie? nous sommes les ennemis de la propriété et du travail. Pensons-nous que l'État ne doit pas subventionner les artistes? nous sommes des barbares qui jugeons les arts inutiles.

 

[...]

 

Loin que nous entretenions l'absurde pensée d'anéantir la religion, l'éducation, la propriété, le travail et les arts quand nous demandons que l'État protège le libre développement de tous ces ordres d'activité humaine, sans les soudoyer aux dépens les uns des autres, nous croyons au contraire que toutes ces forces vives de la société se développeraient harmonieusement sous l'influence de la liberté, qu'aucune d'elles ne deviendrait, comme nous le voyons aujourd'hui, une source de troubles, d'abus, de tyrannie et de désordre.

 

Nos adversaires croient qu'une activité qui n'est ni soudoyée ni réglementée est une activité anéantie. Nous croyons le contraire. Leur foi est dans le législateur, non dans l'humanité. La nôtre est dans l'humanité, non dans le législateur.

publicado por Rui Oliveira às 02:10
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Terça-feira, 31 de Março de 2009
O caminho da servidão

A intervenção do Estado na economia é no que dá:

 

But now, in a little-noticed move, the House Financial Services Committee, led by chairman Barney Frank, has approved a measure that would, in some key ways, go beyond the most draconian features of the original AIG bill. The new legislation, the "Pay for Performance Act of 2009," would impose government controls on the pay of all employees -- not just top executives -- of companies that have received a capital investment from the U.S. government. It would, like the tax measure, be retroactive, changing the terms of compensation agreements already in place. And it would give Treasury Secretary Timothy Geithner extraordinary power to determine the pay of thousands of employees of American companies.


[...]


In addition, the bill gives Geithner the authority to decide what pay is "unreasonable" or "excessive." And it directs the Treasury Department to come up with a method to evaluate "the performance of the individual executive or employee to whom the payment relates."

 

 

Pouco a pouco, o polvo quer lançar os seus tentáculos...

publicado por Rui Oliveira às 23:56
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Quarta-feira, 17 de Setembro de 2008
Curiosidades

Não sou especialista em temas económico-financeiros, pelo que não passo o tempo a dar opiniões definitivas e taxativas sobre temas como os preços dos combustíveis ou a crise dos mercados financeiros mundiais (ao contrário dos participantes de programas como o Fórum de TSF ou Opinião Pública da SIC-N - que desperdício, tanta gente sábia todos os dias na rádio/TV).

Mas , no meu trabalho de tradutor, tenho muitas vezes que pesquisar sobre estes temas e, por acaso, a propósito do Fannie Mae e Freddy Mac, encontrei a seguinte notícia (via blog Beltway Snark, de onde se retiram também as outras informações):

New Agency Proposed to Oversee Freddie Mac and Fannie Mae

 

Abstraindo o facto da existência destas duas entidades nem sequer ser justificada (conforme já foi referido no Insurgente), em 2003 a Administração Bush tentou controlá-las um pouco melhor. Os democratas opuseram-se então.

Depois, em 2005, McCain co-patrocinou a Federal Housing Enterprise Regulatory Reform Act of 2005, que nunca chegou a passar bloqueada pelos democratas e alguns republicanos. McCain disse então:

I join as a cosponsor of the Federal Housing Enterprise Regulatory Reform Act of 2005, S. 190, to underscore my support for quick passage of GSE regulatory reform legislation. If Congress does not act, American taxpayers will continue to be exposed to the enormous risk that Fannie Mae and Freddie Mac pose to the housing market, the overall financial system, and the economy as a whole.

 

Parece-me que, afinal, os problemas poderiam ter sido antecipados, mas o Congresso, não quis fazer nada. É claro que Obama, neste caso, aos costumes disse nada, o que não admira, pois ele, em apenas 4 anos de senado, conseguiu ser o segundo maior beneficiário dos donativos do Fannie Mae e Freddie Mac, no período 1989-2008. É obra.

Pelo que parece, já há 5 anos que se antecipava que algo não ia bem com o Fannie Mae/Freddie Mac, mas houve grande resistência em mexer no assunto ou corrigir a rota.

publicado por Rui Oliveira às 18:05
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Segunda-feira, 4 de Agosto de 2008
Será parte da tal cruzada?

Hoje, o Público diz que o carro eléctrico da Nissan-Renault, objecto de uma enorme operação de propaganda do nosso primeiro, não terá impacto na economia.

 

Depois do fiasco Magalhães, que a blogosfera rapidamente desmontou (por exemplo, pelo Gabriel Silva), esta direcção comercial que temos, a que por vezes também se chama governo de Portugal, anda novamente a exagerar  na amplitude dos negócios que faz, que, afinal, são bastante pífios.

 

Será que esta notícia faz parte da cruzada do Público? Ou apenas o que vai acontecer na realidade?

 

 

publicado por Rui Oliveira às 10:32
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