Liberae sunt enim nostrae cogitationes - Cícero (Mil. 29 - 79) . Um blog de Rui Oliveira superflumina@sapo.pt
.artigos recentes

. Tempo novo, totalitarismo...

. Golpistas encartados

. Amadorismo

. A habitual arrogância dos...

. Ainda a cópia privada

. Boa notícia...

. Maldito solarengo

. Querida televisão...

. Desinformação ou ignorânc...

. Ratisbona, laicidade e la...

.arquivos

. Janeiro 2016

. Novembro 2015

. Agosto 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Outubro 2013

. Maio 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Agosto 2005

. Julho 2005

. Junho 2005

. Maio 2005

. Abril 2005

. Março 2005

. Fevereiro 2005

. Janeiro 2005

. Dezembro 2004

. Novembro 2004

. Outubro 2004

. Setembro 2004

. Agosto 2004

. Julho 2004

. Junho 2004

. Maio 2004

. Abril 2004

. Março 2004

. Fevereiro 2004

. Janeiro 2004

. Dezembro 2003

.Sitemeter
Quarta-feira, 29 de Fevereiro de 2012
Admirável Mundo Novo

Através da referência feita neste artigo do Telegraph, cheguei a este artigo onde dois académicos advogam o aborto pós-natal (é assim que eles chamam ao infanticídio). Eis o resumo do artigo:

 

Abortion is largely accepted even for reasons that do not have anything to do with the fetus' health. By showing that (1) both fetuses and newborns do not have the same moral status as actual persons, (2) the fact that both are potential persons is morally irrelevant and (3) adoption is not always in the best interest of actual people, the authors argue that what we call ‘after-birth abortion’ (killing a newborn) should be permissible in all the cases where abortion is, including cases where the newborn is not disabled.

 

É, sem dúvida, levar o raciocínio até às suas últimas consequências. Conforme explica o artigo do Telegraph:

 

The authors therefore concluded that “what we call ‘after-birth abortion’ (killing a newborn) should be permissible in all the cases where abortion is, including cases where the newborn is not disabled”.

They also argued that parents should be able to have the baby killed if it turned out to be disabled without their knowing before birth, for example citing that “only the 64% of Down's syndrome cases” in Europe are diagnosed by prenatal testing”.

Once such children were born there was “no choice for the parents but to keep the child”, they wrote.

“To bring up such children might be an unbearable burden on the family and on society as a whole, when the state economically provides for their care.”

However, they did not argue that some baby killings were more justifiable than others – their fundamental point was that, morally, there was no difference to abortion as already practised.

They preferred to use the phrase “after-birth abortion” rather than “infanticide” to “emphasise that the moral status of the individual killed is comparable with that of a fetus”.

 

Os autores explicam ainda, segundo o Telegraph que:

 

“Both a fetus and a newborn certainly are human beings and potential persons, but neither is a ‘person’ in the sense of ‘subject of a moral right to life’.

“We take ‘person’ to mean an individual who is capable of attributing to her own existence some (at least) basic value such that being deprived of this existence represents a loss to her.”

As such they argued it was “not possible to damage a newborn by preventing her from developing the potentiality to become a person in the morally relevant sense”.

 

Enfim, bem-vindos ao admirável mundo novo que assim respeita a vida humana!

 

publicado por Rui Oliveira às 15:53
link do post | comentar | favorito
|
.mais sobre mim
.pesquisar
 
.Janeiro 2016
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
.tags

. aborto

. ambiente

. anti-semitismo

. blogosfera

. blogs

. ciência

. comentário

. comunicação social

. cultura

. desporto

. diversos

. ecologia

. economia

. educação

. efeméride

. eleições

. ensino

. europa

. frança

. futebol

. futebol portugal

. história

. história de portugal

. idiotas úteis

. internacional

. israel

. justiça

. língua

. literatura

. literatura cultura

. liturgia

. livros

. multiculturalismo

. música

. poesia

. polémicas

. política

. politicamente correcto

. porto

. portugal

. religião

. terrorismo

. tradução

. tradução comentário

. união europeia

. todas as tags

.links
.Fazer olhinhos
blogs SAPO
.subscrever feeds