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Segunda-feira, 27 de Abril de 2009
Voluntarismos

É absolutamente fantástica esta notícia do Público sobre a reunião do governo com peritos sobre a escolaridade obrigatória. Segundo diz a notícia:

 

O primeiro-ministro preside hoje à sessão de abertura de uma audição de peritos, que tem como objectivo auxiliar o Governo a concluir o mais rapidamente possível a meta de alargar a 12 anos a escolaridade obrigatória.

 

Como? Dá ideia que primeiro avançaram com a medida, porque parece bem, mas só agora é que se vai estudar o assunto. Não se fez qualquer trabalho preparatório? Por isso, não posso deixar de concordar com o comentário feito por Ramiro Marques:


Estudos para quê? Não é preciso fazer estudos sobre o impacto que esta medida (meter mais 30 mil alunos no ensino secundário) vai provocar no sistema porque a ministra da educação já disse que os actuais professores, equipamentos e instalações são suficientes para acomodar o aumento da escolaridade obrigatória para 12 anos. O objectivo disto é esconder a falta de resultados na economia, na saúde e na justiça, lançando para a opinião pública a ideia falsa de que o Governo tem vindo a melhorar o ensino. O que estes "peritos" vão dizer ao primeiro-ministro é aquilo que ele quer ouvir. Eu descodifico: a escola-armazém pode avançar! A estupidificação das novas gerações é necessária para que jovens e adultos, novos e velhos, fiquem privados de espírito crítico e aceitem mais facilmente um futuro que os remeterá para a condição de pobres alienados com alimentação e vestuários garantidos por subsídios estatais. Pelo menos, de fome não vão morrer. Essa não! O Governo socialista fará de quase todos os portugueses uns pobres coitados mas não deixará nenhum súbdito morrer à fome.

publicado por Rui Oliveira às 10:30
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3 comentários:
De Fulano a 28 de Abril de 2009 às 05:17
E é preciso mais? A malta faz uns biscates, vai à bola, a praia, uns pastelinhos de bacalhau quéqué preciso mais além do óbvio?
De Zé da Burra o Alentejano a 29 de Abril de 2009 às 12:39
Será que somos todos iguais? nem as máquinas que saem das fábricas são todas iguais: algumas saem da linha de fabrico com defeito. senão para que serve o controlo de qualidade?

As reprovações nas escolas públicas vão ser gradualmente banidas e a tendência será a de que ao fim de 12 anos de escola todos os alunos possam ter o 12.º ano de escolaridade, fazendo subir com isso os índices de escolarização dos portugueses. O nível de conhecimentos adquiridos será inevitavelmente muito baixo, mas o que importa são as ESTATÍSTICAS, e assim Portugal poderá figurar "orgulhosamente" na lista de países com maior número de anos de escolaridade.

O 12.º ano vai ser em breve a escolaridade mínima obrigatória. Embora os jovens passem a sair do sistema de ensino com poucos conhecimentos académicos, pelo menos, enquanto por lá andam também não figuram nas estatísticas dos desempregados, o que também é bom para as tais ESTATÍSTICAS.

Assim, o facto de virem a exibir o certificado de habilitações do 12.º ano deixará em breve de dar qualquer indicação às entidades empregadoras relativamente às reais qualificações dos jovens que então vão sair das escolas e, em consequência, terão que ser as entidades empregadoras a testar os conhecimentos dos candidatos aos empregos que oferecerem. Não começaram já a fazê-lo há algum tempo?

Os alunos que frequentarem as escolas públicas poucas possibilidades terão de atingir os necessários conhecimentos para prosseguirem os estudos. Assim, os pais que desejem para os seus filhos um curso superior terão que começar a consciencializar-se desde já que a escola pública não será o caminho aconselhável para a preparação dos seus filhos, mesmo que sejam crianças inteligentes e interessadas. O ambiente não será o melhor para que tenham sucesso por vários motivos:

1.º) na mesma sala coexistirão muitos alunos com fracos conhecimentos, porque não havendo reprovações, não haverá necessidade de empenho, nem nos estudos, nem na assiduidade às aulas;
2.º) com o fim do ensino especial terão por colegas jovens com deficiências várias: auditivas, de comunicação e até psíquicas;
3.º) nem todos os jovens são iguais: há génios, mais ou menos inteligentes e até jovens com capacidade de aprendizagem muito limitada. Mas a escolaridade obrigatória é para ser conseguida por todos eles. Quem não a conseguir nunca será um verdadeiro cidadão e poderá nem ter acesso a tirar uma simples carta de condução para ser um mero distribuidor de bilhas de gás.
4.º) porque todos os jovens são obrigados a frequentar a escola enquanto menores, mesmo que por ela não revelem qualquer interesse, terão por colegas outros jovens que apenas por lá andam porque o sistema a isso os obriga. Alguns deles utilizam a escola, os colegas e até os professores para se divertirem, gozando-os e boicotando as aulas.

Enfim, o Ensino vai de mal a pior!

Zé da Burra o Alentejano


De Pato Sábio (PS) a 29 de Abril de 2009 às 14:56
Esses jovens de 14, 15, 16, 17 e 18 anos que se desinteressam da escola e que por lá andam apenas porque a isso são obrigados, deveriam ser encaminhados para o mercado de trabalho. Assim, prejudicam os professores, os colegas e perdem hábitos de trabalho. Dificilmente poderão um dia vir a ser úteis a esta sociedade doente em que vivemos.

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