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Sábado, 22 de Novembro de 2008
D. Francisco Manuel esquecido?

É este o nome do artigo que Guilherme d'Oliveira Martins publica hoje no Público. De facto, amanhã, 23 de Novembro, é o 4.º centenário do nascimento de D. Francisco Manuel de Melo, um autor que, de facto, parece esquecido. Razão tem Oliveira Martins quando diz:


Passaram quatrocentos anos, um número redondíssimo, mas, para surpresa de muitos, eis que um pesado silêncio parece ter caído sobre a efeméride. Invocam-se mil medianias, mas do escrito que, no século XVII, foi com Vieira referência de maturidade da nossa prosa fica a marca da ausência.

 

Oliveira Martins não encontra razões para este esquecimento, pelo que conclui muito acertadamente:

 

Não vale a pena, porém, tentar encontrar mais razões, uma vez que o que deve ser feito, está ao nosso alcance. Mais do que discursos ou de que fogo-fátuos, será aconselhável ir à estante e ler D. Francisco Manuel, irónico ou sisudo, mas crítico. Será esse o motivo do esquecimento?

 

D. Francisco Manuel de Melo contribuiu em parte para o nome deste blog. Na FLUP, em Literatura Portuguesa, estudei o poema "Sobre os rios" de Camões e o "Canto da Babilónia" de D. Francisco Manuel de Melo e fiquei absolutamente impressionado por estes dois poemas. Quando criei o blog, pensei logo no salmo que lhes deu origem (quanto ao nome em latim, confesso que tenho uma enorme paixão pelo latim). Por outro lado, mais do que o Renascimento, gosto particularmente do Maneirismo e do Barroco.

 

D. Francisco Manuel de Melo, é descrito na História da Literatura Portuguesa de A. J. Saraiva e O. Lopes como "a personificação mais acabada da cultura aristocrática peninsular na época da Restauração" em Portugal.

publicado por Rui Oliveira às 13:58
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1 comentário:
De Manuel a 23 de Novembro de 2008 às 20:23
Relativamente a este infeliz assunto, também o constatei, mas há uma explicação para o facto.
D. Francisco Manuel de Melo teve o azar de ter nascido no mesmo ano que o Padre António Vieira.

Se estivessemos num país onde se conseguisse investir na cultura o problema não se colocava, mas por aqui não há dinheiro para que se façam tantas iniciativas por ano... Talvez dê muito trabalho, depois de um ano Vieirino ainda se ir divulgar o Fransico Manuel de Melo.. não sei...

De qualquer modo quem fica a perder somos nós todos, ao deicar cair no esquecimento Francisco Manuel de Melo.

Cumps.

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