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Sexta-feira, 7 de Março de 2008
História interminável...
Ontem houve mais um atentado terrorista em Israel, num escola de estudos talmúdicos, que deixou mortas 8 pessoas. O autor deste atentado era um palestiniano que trabalhava como motorista na escola.

Já por aí vi gente a tentar fazer equivalências morais entre as mortes provocadas pela ofensiva israelita da semana passada com este atentado terrorista. Mas, se há algo que é um facto, é que não há comparação possível.

Israel, na semana passada, limitou-se a exercer o seu direito de autodefesa, pois penso que não há país nenhum que possa assistir calmamente ao lançamento de mísseis, por muito artesanais que sejam, sobre a sua população civil

E, perante o poderio militar de Israel, os israelitas até tentam limitar as mortes entre a populção civil palestiniana. Simplesmente, os terroristas, sabendo bem a importância psicológica que tem nas sociedades ocidentais as morte de civis, escondem-se entre a população civil de modo a que haja baixas nesta última.

Ora, os terroristas palestinianos não têm esses escrúpulos. Visam propositadamente os civis. Para além de que grande parte dos movimentos palestinianos querem a destruição pura e simples do Estado de Israel. Isto é frequentemente esquecido por muita gente.

Os palestinianos e os seus "aliados" árabes entre 1948 e 1967, em que a Faixa de Gaza esteve administrada pelo Egipto e a Cisjordânia foi anexada pela Jordânia, nada foi feito para construir esse estado. Pelo contrário, os palestinianos foram aí refugiados dentro do seu próprio território. E isto aconteceu, porque os interesses do povo palestiniano nunca foi a maior preocupação dos árabes. Não, o que interessava mesmo era destruir Israel.

Enquanto os palestinianos não, abandonarem o desígnio de destruirem Israel, nunca haverá paz na região. Pensar o contrário é utópico. Há um facto que é incontornável: naquela zona um estado, dois povos é absolutamente idealista e irrealista. A única solução é a de dois estados. E também da aceitação por parte dos árabes que os judeus têm todo o direito de estarem em Israel.
publicado por Rui Oliveira às 10:24
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6 comentários:
De artesaoocioso a 9 de Março de 2008 às 01:17
Nós não temos capacidade para imaginar o que é o inferno de Gaza.
Há duas coisas que não têm qualquer comparação possível : as Forças Armadas de Israel e os grupos armados dos palestinianos, brutalidade e desproporção usada nos ataques de Israel e a contabilidade das vitimas dos dois lados.
São factos reconhecidos pelas organizações internacionais, que não é possível iludir.
De Rui Oliveira a 9 de Março de 2008 às 10:40
O inferno de Gaza é culpa dos palestinianos (ou seja, da sua liderança). No dia em que disserem que não querem destruir Israel, esse inferno abrandará fde certeza.

Quanto à desproporção, é um argumento recorrente, mas apenas por aqueles que não têm que sofrer o terrorismo palestiniano.

Israel tem um exército muitíssimo poderoso que poderia arrasar Gaza em pouco tempo se assim o quisesse. Mas Israel não mata civis de propósito. Mata-os porque os terroristas palestinianos se misturam com a população.

Claro que há mais vítimas do lado palestinianos. Mas, se eles parassem os ataques terroristas, deixava de haver essas vítimas.

Quantos às organizações internacionais, elas são, maioritariamente, anti-israelitas, não contam, portanto, como observadores imparciais.
De artesaoocioso a 9 de Março de 2008 às 12:53
Como na história do ovo e da galinha, alguém começou primeiro...
Certamente não ignora a história da fundação do Estado de Israel e dos cerca de 400.000 mil, ou mais, palestinianos que tiveram que fugir, até hoje.
Apenas tomo a liberdade de lhe sugerir que consulte alguma informação independente... a menos que exista uma conspiração mundial contra os judeus, coisa em que não acredito.
De Rui Oliveira a 9 de Março de 2008 às 19:46
A fundação do Estado de Israel conheço eu e bem. Não me faltam fontes quer em casa, quer aquela acessível na Internet.

Também não ignorará que foram expulsos cerca de 800 000 judeus dos países árabes nessa mesma época. Israel conseguiu integrá-los.

Os árabes nunca promoveram a evolução de Geza (sob controlo Egípcio) e Cisjordánia (anexada pela Jordânia) entre 1948 e 1967.

Houve certamente muito palestiniano deslocado em 1948 (cerca de 800 000), mas muitos deles saíram porque os seus chefes disseram-no para fazer, pois estavam crentes numa vitória rápida sob Israel. Mas ninguém nega que a situação dos palestinianos é um drama.

O que não vale a pena é voltar à legitimidade ou ilegitimidade da existência de Israel. Eu penso que tem toda a legitmidade de existir. E falo de legetimidade, porque a questão da legalidade nem sequer existe. Foi uma resolução da ONU que criou Israel e a Palestina.
De artesaoocioso a 12 de Março de 2008 às 23:48
A contabilidade dos que saíram e dos que entraram é controversa porque existem várias versões dos dois lados.
Quanto ao seu argumento sobre o desenvolvimento de Gaza e Cisjordânia , deixou-me perplexo.
Que poderiam fazer a actual Jordânia e o Egipto, ainda hoje países do Terceiro Mundo?
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A contabilidade dos que saíram e dos que entraram é controversa porque existem várias versões dos dois lados. <BR>Quanto ao seu argumento sobre o desenvolvimento de Gaza e Cisjordânia , deixou-me perplexo. <BR>Que poderiam fazer a actual Jordânia e o Egipto, ainda hoje países do Terceiro Mundo? <BR class=incorrect name="incorrect" <a>Po´rem</A> sabemos o que fez Israel desde a ocupação de 1967 até hoje. <BR>A Cisjordânia, é uma manta de retalhos com colonatos implantados nas melhores terras e lugares, sem economia nem sequer liberdade para se deslocarem. <BR>Sem sequer possuireconomia ( quem investe um euro lá?) regrediu para antes de 1948. <BR>A expressão «Inferno de Gaza» foi inventada pelos israelitas muito antes de o Hamas ter ganho as eleições.
Que dizer sobre meio século de ocupação militar? Quem se submete a semelhante humilhação?<BR>O Estado de Israel, legitimo ou não existe, o Estado Palestiniano nunca irá existir porque Israel jamais o permitirá. <BR>Quer apostar?
De Rui Oliveira a 13 de Março de 2008 às 16:43
O Estado Palestiniano só não existe porque os palestinianos não aceitaram a resolução da ONU. Sei que não haverá um país chamado Palestina enquanto os árabes não reconhecerem a Israel o direito a existir. Esse é o problema principal.

Não nego o sofrimento dos palestinianos (seria impossível), mas esse sofrimento tem sido agravado pelas direcções das organizações palestinianas e pelos países árabes (que se estão nas tintas para o sofrimento dos palestinianos - enquanto houver conflito sempre podem culpar os israelitas de todos os males).

Na Cisjordânia e em Gaza os palestinianos foram mantidos como refugiados nas suas próprias terras.

Sei que nenhum dos lados tem absoluta razão, mas Israel luta pela sobrevivência. Enquanto a não assegurar, será difícil a situação melhorar.

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