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Sábado, 1 de Março de 2008
Da inutilidade do Conselho dos Direitos Humanos da ONU
Sempre tive muitas dúvidas quanto à utilidade da ONU na sua actual configuração e organização. Isto para além de pensar ser completamente delirante ideias como de um governo mundial, supostamente bondoso (e iluminado), que acabaria com a guerra do mundo e todos os outros males. Lamento, mas isso do "lobo e o cordeiro pastarão juntos" não é para esta Terra.

Uma das entidades mais sinistras da ONU é o novel Conselho dos Direitos Humanos - novel porque criado em 2006 em substituição da desacreditada Comissão dos Direitos do Homem - que parece, em pouco tempo, quer igual e ultrapassar o seu tenebroso a desacreditado antecessor. O único país directamente condenado foi Israel. No entanto, no que respeita a países como a Birmânia ou Sudão, o Conselho cala-se ou emite declarações piedosas de preocupação pela situação. É pois uma organização hipócrita a que, pura e simplesmente, nenhum país decente deveria dar alguma importância ou participar nele.

Se eu penso isto dos CDH da ONU (já falei sobre esta malfadada organização no passado), há mais quem pense o mesmo. Por isso, gostei de ler no Le Monde este artigo "L'ONU contre les droits de l'homme".

Par sa mécanique interne, les coalitions et les alliances qui s'y constituent, les discours qui s'y tiennent, les textes qui s'y négocient et la terminologie utilisée anéantissent la liberté d'expression, légitiment l'oppression des femmes et stigmatisent les démocraties occidentales.

Le CDH est devenu une machine de guerre idéologique à l'encontre de ses principes fondateurs. Ignorée des grands médias, jour après jour, session après session, résolution après résolution, une rhétorique politique est forgée pour légitimer les passages à l'acte et les violences de demain.

Une triple alliance composée de la Conférence des organisations islamiques (OCI), représentée jusqu'à ce jour par le Pakistan, du Mouvement des non-alignés, où Cuba, le Venezuela et l'Iran ont un rôle central, et de la Chine - avec la complaisance cynique de la Russie - oeuvre ainsi à la mise en place d'une véritable révolution prétendument "multiculturelle". Ainsi, le rapporteur spécial de l'ONU sur les formes contemporaines de racisme, Doudou Diène, déclare d'ores et déjà qu'énoncer une critique contre le port de la burqa constitue une agression raciste, que la laïcité est ancrée dans une culture esclavagiste et colonialiste et que la loi française contre le port des signes religieux à l'école participe du racisme antimusulman, renommé "islamophobie occidentale".

Como diz o texto, qualquer crítica à religião é racista (sobretudo, para os nossos multiculturalistas, se a religião criticada é o Islão).

Si, par malheur, l'ONU devait consacrer l'imposition de tels critères, si le blasphème devait être assimilé à du racisme, si le droit à la critique de la religion devait être mis hors la loi, si la loi religieuse devait s'inscrire dans les normes internationales, ce serait une régression aux conséquences désastreuses, et une perversion radicale de toute notre tradition de lutte contre le racisme, qui n'a pu et ne peut se développer que dans la liberté de conscience la plus absolue.

L'Assemblée générale de décembre 2007 a déjà entériné des textes condamnant des formes d'expression considérées comme diffamatoires de l'islam. L'enjeu est clair, il est mondial : c'est de la défense des libertés de l'individu qu'il est question.

Soit les démocraties se ressaisissent, à l'exemple du Canada, qui vient d'annoncer son refus de participer à la conférence de Durban 2, estimant qu'elle risquait d'être "marquée par des expressions d'intolérance et d'antisémitisme", et cessent de s'abstenir ou de voter des résolutions contraires à l'idéal universel de 1948, soit l'obscurantisme religieux et son cortège de crimes politiques triompheront, sous les bons auspices des Nations unies. Et lorsque les paroles de haine seront transformées en actes, nul ne pourra dire : "Nous ne savions pas."

De facto, as democracias ocidentais deviam abandonar todas estas organizações promotoras do totalitarismo, seja ele religioso ou político.
publicado por Rui Oliveira às 12:01
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