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Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2008
Os amigos da esquerda
Como todas as generalizações, esta também pode (é certamente) injusta. Nem toda a esquerda pensa assim. Mas, apesar de tudo, conheço muita gente de esquerda que confirma isto.

Começando assim, podem perguntar-me de que estou a falar e de que amigos se trata. Para responder, tenho, primeiro, que me referir a um facto ocorrido no Parlamento galego e a acção que o BNG (Bloque Nacionalista Galego) teve para impedir uma declaração institucional de condenação do nazimo e de memória pelas vítimas do Holocausto. Esta a ler um artigo de Pilar Rahola, El niño que huyó de Polonia, quando ela termina assim o artigo:
Este artículo sólo tenía vocación de tímido homenaje a las víctimas del holocausto, convencida de la culpa que todo europeo tiene en el horror que desembocó en Auschwitz. Pero el BNG me obliga a un pesado y antipático añadido. Fruto de la empanada mental que determinados grupos de extrema izquierda padecen, este partido impidió que el Parlamento Gallego aprobara una declaración institucional de condena del nazismo y en memoria de las víctimas. En coherencia con otros actos de corte antisemita - como la persecución a un militante, Pedro Gómez Valadés, porque había fundado una Asociación cultural de amistad con Israel-, el BNG consiguió lo imposible: alinearse con la extrema derecha. Será que los extremos se tocan. Y será que, en nombre de una pretendida solidaridad con los palestinos, hay partidos de izquierdas que desprecian el horror nazi, que no sienten ninguna piedad por las víctimas judías y que son los culpables de la banalización actual del holocausto. Más allá de las simpatías de cada cual con los protagonistas de un sangrante conflicto que dura décadas, el conflicot de Oriente Medio, los millones de europeos asesinados son víctimas puras, y su desprecio es una vergüenza lacerante. En fin. Un motivo más para creer que determinada izquierda llega a tal nivel de dogmatismo que acaba siendo cómplice de los sectores más reaccionarios de la historia. Lo dijo un diputado del BNG: "Nuestros amigos son Irán, Libia y Venezuela". Todo queda dicho.
De facto, não fica muito por dizer. E por este tipo de amizades, se vê o tipo de democratas que estes tipos são. Coitados dos galegos que os têm que aturar na Junta.
publicado por Rui Oliveira às 13:02
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1 comentário:
De rui caetano a 8 de Fevereiro de 2008 às 14:01
Pois na verdade não é justo generalizar. Ainda bem que referiste este pormenor.

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