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Quarta-feira, 9 de Janeiro de 2008
Do diálogo ou da sua impossibilidade...
Depois do célebre discurso do Papa Bento XVI em Ratisbona (de que já falei aqui), parecia que as relações entre o mundo muçulmano e o catolicismo estavam fragilizadas. Mas, facto é que foi o ponto de partida de diversas iniciativas, como, por exemplo, a carta dos 138 sábios muçulmanos ao Papa e outros chefes cristãos (análise aqui), com resposta do Cardeal Bertone e tréplica pelo príncipe Ghazi bin Muhammad bin Talal da Jordânia (que se podem encontrar aqui), em que se tenta estabelecer as bases de um princípio de diálogo entre o islão e o cristianismo.

No entanto, uma dos maiores islamólogos católicos, Khalil Samir Khalil, jesuíta, tem muitas dúvidas sobre a possibilidade deste diálogo, como se pode ler neste excelente artigo L’improbabile dialogo di Benedetto XVI con i 138 saggi musulmani. Destaco o início das suas conclusões:

Per riassumere, perciò, dobbiamo dire che si comincia a vedere qualche buon frutto importante per il dialogo. E bisogna ricordare che tutto è partito da Regensburg, da quella lezione magistrale che sembrava aver distrutto ogni base per il dialogo ed invece lo ha fatto risorgere.


Il discorso di Regensburg era impostato sul regno della ragione come fondamento del dialogo. Il che suppone tutto il movimento delle religione di fronte all’illuminismo, ma senza impoverire la ragione. Insomma, il fondamento di tutto non è la religione, ma la ragione umana che è ciò che è comune a tutti gli esseri umani.


Il discorso di Regensburg parte proprio da questo problema: come trovare un fondamento comune all’umanità e alle religioni, compreso anche l’Islam?


Nello stato moderno, il fondamento comune si esprime con la dichiarazione universale dei diritti umani, della libertà di religione, ecc… Anche nel dialogo fra cristiani e musulmani, occorre prendere questi come la base del dialogo, altrimenti non arriveremo a nulla. In passato molti teologi musulmani hanno rifiutato la dichiarazione universale dei diritti umani e ne hanno stilato una “islamica”, accusando quella “universale” di essere solo “occidentale”. Ma questo nega che vi possa essere universalità e quindi nega che possiamo avere principi comuni. Questo è il fondamento del conflitto fra il mondo islamico e l’occidente, o il resto del mondo.


De facto, as dificuldades para começar o diálogo são imensas, pois, como se pode ver pela análise de Khalil Samir, os muçulmanos não estão ainda prontos, ou no ponto, de aceitarem uma base que viabilize este diálogo.
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publicado por Rui Oliveira às 23:28
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1 comentário:
De Prodigalizado a 10 de Janeiro de 2008 às 23:46
Exmo senhor pseudo intelectual, achais mesmo que alguém percebe italiano?
Que figuras patéticas que estes e-iluminados são capazes de fazer.lulz
Vê as coisas pelo lado positivo, ao menos já tens 2 comentários novos no teu antro de diarreia mental e degredo piscológico.lulz

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