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Sexta-feira, 14 de Abril de 2006
Caça às bruxas? Mas, afinal, quem a faz?
Há uns dias atrás, António Dornelas, citando um artigo do The Guardian, fez uma entrada chamada Um novo McCarthismo, a propósito de uma suposta caça às bruxas feitas por grupos conservadores aos professores progressistas nas universidades norte-americanas. Um dia depois, Joana Amaral Dias, citando o mesmo artigo, publica uma entrada chamada O novo Mccartismo, a propósito de uma suposta caça às bruxas que os conservadores fazem aos professores progressistas nas universidades norte-americanas.

Digo suposta caça às bruxas, mas apenas pelo facto de ser mencionado como autores os conservadores e vítimas os progressistas. Por que se eles querem ver caça às bruxas a sério então o sentido é diferente: são, habitualmente, os progressistas (mais os seus aliados de ocasião, activistas da mais diversas causas fracturantes e islamistas) que procuram impedir o "free speech" dos conservadores, apelidando-o de "hate speech" apenas por que não concordam com eles. É que para os progressistas americanos "diversity" significa aqueles que concordam connosco.

Os exemplos são muitos, mas posso dar este: University Librarian Reccomends Conservative Books To Students, Then Gets Hit With Sexual Harassment Rap. Isto sim, isto é caça às bruxas e perseguição a quem pensa diferente. Mais informações aqui e aqui. Um caso que professores se sentiram "ameaçados" por uma recomendação de livros. Vai daí e queixam-se de "assédio sexual". Bonito, sem dúvida. E democrático, também!

Quem quiser saber mais sobre a vida académica norte-americana sempre pode procurar, por exemplo, no sítio Students for Academic Rights ou no do FIRE e o seu blog The Torch.

Se nos Estados Unidos há algum McCarthismo nas universidades ele vêm da esquerda e dirige-se contra os conservadores. Se agora os ditos progressistas começam a sentir-se incomodados é porque o conservadores estão a utilizar agora mais eficazmente armas muito simples: a comunicação e os tribunais (coisa que os progressistas já fazem há muito tempo).

Outro exemplo de tolerância progressista aqui (via The Volokh Conspiracy).

Post-scriptum.
Muitos dirão que estas organizações são conservadoras, estão ideologicamente à direita e outras coisas que tal, tentando denegri-las, não por o seu mérito intríseco, mas pela tentativa de lhes colar rótulos infames. Só que, e então as outras? As contrapartes progressistas também não estão ancoradas as pressupostos ideológicos? Os ditos professores progressistas também não têm preconceitos ideológicos? Ou só é defeito ser idelógico à direita? Se for de esquerda já não tem problema? É, que eu saiba, qualquer organização tem uma agenda própria, seja de esquerda ou de direita.


publicado por Rui Oliveira às 17:57
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