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Quarta-feira, 16 de Fevereiro de 2005
Protocolo de Quioto
Varios media portugueses, como por exemplo a TSF, a RTP, a Antena 1, a SIC, bem como muitos estrangeiros, celebram a entrada em vigor do protocolo de Quioto.

Sinceramente não sei se há alguma coisa a celebrar, pois não me parece que este protocolo vá resolver alguma coisa, quando deixa os países subdesenvolvidos de fora - e mesmo países grandes poluidores como a China e a Índia -, provavelmente para que eles cometam os mesmos erros dos países desenvolvidos.

Mas, o que mais me chamou a atenção, no caso das duas rádios mencionadas, foi o assumir como indiscutível a bondade do protocolo de Quioto (uma espécie de vaca sagrada) e a quase diabolização dos Estados Unidos (insistentemente referidos como os maiores poluidores mundiais) por nele não quererem participar.

Não sou um especialista de questões ambientais e muito menos de alterações climatéricas. Do que sei da história da Terra é que, ciclicamente, o clima altera - já houve períodos de aquecimento, de glaciação, etc. -, mas aceito que o homem possa ter influência nessa alteração. Não compro é a história de que estamos à beira da catástrofe. Por outro lado, tenho lido alguns artigos que contestam a fundamentação que levou aos protocolos de Quioto (não tenho aqui comigo as referências e não tenho muito tempo para as procurar - mais tarde voltarei ao assunto) e mesmo alguma das ideias feitas sobre o aquecimento global.

Obviamente que não posso dizer que estas últimas ideias estejam mais correctas do que as primeiras. O que quero dizer é que nesta, aliás como noutras, questão não se pode ser fundamentalista, nem maniqueísta e por isso acho que os meios de comunicação deveriam-nos informar do outro lado da questão ou, então, não nos apresentar Quioto como algo de absolutamente indiscutível.

Salazar é que dizia que "a Pátria não se discute", os ambientalistas dizem "o Ambiente não se discute" (isto é, as teorias que divergirem dos seus mantras actuais).
publicado por Rui Oliveira às 12:01
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5 comentários:
De Anónimo a 16 de Fevereiro de 2005 às 17:50
O grande dogma do ambientalismo moderno centra-se no carácter estável da natureza (ou natureza em equílbrio, ou em harmonia, é a mesma coisa). Quando os ambientalistas aceitarem a fragilidade de tal posição, talvez consigamos seguir em frente no debate.
(entretanto, qualquer ataque às entidades poluidoras só poderá ser feito numa perspectiva egoísta: a melhoria da qualidade de vida do ser humano...e mesmo assim...)
CMF
De Work Buy a 19 de Fevereiro de 2005 às 22:44
" mas aceito que o homem possa ter influência nessa alteração."

Aceite, aceite que é mais do que verdade e a temperatura média das idades climáticas provam-no. Pensar o contrário é tapar o Sol com a peneira, mas como o dinheiro fala mais alto...

PS: E por acaso os EUa não são, realmente, os maiores poluidores? Então para quê a defesa?
De Work Buy a 19 de Fevereiro de 2005 às 22:45
" mas aceito que o homem possa ter influência nessa alteração."

Aceite, aceite que é mais do que verdade e a temperatura média das idades climáticas provam-no. Pensar o contrário é tapar o Sol com a peneira, mas como o dinheiro fala mais alto...

PS: E por acaso os EUa não são, realmente, os maiores poluidores? Então para quê a defesa?
De Work Buy a 19 de Fevereiro de 2005 às 22:45
" mas aceito que o homem possa ter influência nessa alteração."

Aceite, aceite que é mais do que verdade e a temperatura média das idades climáticas provam-no. Pensar o contrário é tapar o Sol com a peneira, mas como o dinheiro fala mais alto...

PS: E por acaso os EUa não são, realmente, os maiores poluidores? Então para quê a defesa?
De Work Buy a 19 de Fevereiro de 2005 às 22:45
" mas aceito que o homem possa ter influência nessa alteração."

Aceite, aceite que é mais do que verdade e a temperatura média das idades climáticas provam-no. Pensar o contrário é tapar o Sol com a peneira, mas como o dinheiro fala mais alto...

PS: E por acaso os EUa não são, realmente, os maiores poluidores? Então para quê a defesa?

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