Liberae sunt enim nostrae cogitationes - Cícero (Mil. 29 - 79) . Um blog de Rui Oliveira superflumina@sapo.pt
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Quarta-feira, 1 de Abril de 2015
Ainda a cópia privada

Pelos vistos o PSD está decidido a deixar a cair a lei por agora...

 

Segundo o Observador, que cita fontes anónimas, o PSD estará disposto a deixar cair a lei da cópia privada

 

Esperemos que não seja uma partida de 1 de Abril.

publicado por Rui Oliveira às 23:56
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Terça-feira, 31 de Março de 2015
Boa notícia...

... embora, no fim de contas, a assembleia possa voltar a votar o verdadeiro aborto legal que é esta lei.

 

Cavaco veta taxa da cópia privada

 

Vamos ver se o governo e a maioria ganham juízo neste caso.

publicado por Rui Oliveira às 18:57
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Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2015
Maldito solarengo

Estava hoje a ver o jornal da manhã a TVI e, a certa altura, passou uma reportagem "segunda-feira gelada" sobre o frio que faz no país e a jornalista achou que uma manhã com sol era uma "manhã solarenga". É incrível como este erro é inúmeras vezes repetido por pessoas que deviam saber um pouco mais sobre a língua que utilizam profissionalmente.

 

É certo que o Dicionário da Academia das Ciências de Lisboa, para a terceira acepção da palavra "solarengo" diz o seguinte:

1. Que tem sol. [...] 2. Que é iluminado pelo sol; que está exposto à luz e ao calor solar.

É óbvio que isto é um disparate, mas, facto é, que também não é caso único neste malfadado dicionário. Se a jornalista (ou quem escreveu o texto) queria dizer que era uma manhã de sol sempre poderia utilizar "soalheira" ou "ensolarada". 

 

publicado por Rui Oliveira às 09:47
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Sexta-feira, 11 de Outubro de 2013
Querida televisão...

Alimentar o monstro é preciso... Ao que parece temos um governo liberal. Palavra que gostava de ver onde paára essa característica liberal do governo (salvo o Adolfo Mesquita Nunes que ainda vai dando os poucos lampejos liberais deste governo). 

publicado por Rui Oliveira às 17:23
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Quarta-feira, 9 de Outubro de 2013
Desinformação ou ignorância?

No telejornal das 20 horas da TF1 (a partir dos 14.36 / Chapitre 8) de 07/10/2013, o apresentador Gilles Bouleau diz o seguinte (destaques meus):

 

Pendant ces inspections, la guerre civile fait toujours rage. Les combats prennent notamment au piège la communauté chrétienne du pays. Les chrétiens, environ 1 million, sont présents en Syrie depuis 1400 ans.

 

Os cristãos existem na Síria há 1400 anos? Onde é que ele foi buscar esta informação? Será que na TF1 não sabem que a Síria está intimamente ligada à disseminação do Cristianismo por toda a Ásia ainda no tempo dos Apóstolos? Que o Patriarcado de Antioquia foi, durante os primeiros séculos da Era Cristã, mais importante do que o de Roma? Que foi em Antioquia que, pela primeira vez, os Evangelhos foram pregados aos gentios (Act 11, 19-26) e que “Foi em Antioquia que, pela primeira vez, os discípulos começaram a ser tratados pelo nome de «cristãos»” (Act 11, 26)?

 

Isto já para não falar já na conversão de Saulo no caminho de Damasco (Act 9, 1-18)

 

Na Síria, Turquia ou Egipto, o Cristianismo antecede o Islão por vários séculos. Não são invasores. Estão lá há quase dois milénios. Mas há jornalistas que não sabem ou fingem não saber.

publicado por Rui Oliveira às 23:11
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Sábado, 5 de Outubro de 2013
Ratisbona, laicidade e laicismo

O título acima é o título do artigo de opinião de Anselmo Borges de hoje no Diário de Notícias. Um excelente texto que recupera a lição de Ratisbona de Bento XVI, para terminar a falar do grande desafio que o mundo islâmico  tem pela frente (agora que a Primavera árabe se está a transformar num longo Inverno). Os dois últimos parágrafos sintetizam a questão (destaques meus):

 

Ainda nesse ano, Bento XVI visitou a Turquia. No regresso, declarou que o mundo muçulmano se encontra hoje, "com grande urgência", perante uma tarefa semelhante à dos cristãos a partir do Iluminismo e que o Vaticano II levou a bom termo. "É necessário acolher as verdadeiras conquistas do Iluminismo, os direitos humanos e especialmente a liberdade da fé e do seu exercício, reconhecendo neles elementos essenciais também para a autenticidade da religião." Mas, por outro lado, não deixou de prevenir para os perigos do laicismo, que quer retirar a religião do espaço público, cortando a relação com a Transcendência. Não é aceitável "uma ditadura da razão positivista que exclui Deus da vida da comunidade e dos ordenamentos públicos, privando assim o Homem de critérios específicos seus de medida".

 

Por mim, penso que este diálogo, que foi tão difícil para Igreja Católica, o será ainda mais para o mundo islâmico. De facto, enquanto Jesus disse que se deve dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus, mandou Pedro meter a espada na bainha, e os cristãos nunca entenderam a Bíblia como ditado de Deus; o Alcorão, para lá de um livro sagrado, vindo directamente de Deus, é um código civil e penal, e Maomé, para lá de fundador religioso, foi também um líder político e militar.

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publicado por Rui Oliveira às 10:42
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Sexta-feira, 24 de Maio de 2013
Fantochadas...

Heloísa Apolónia ficou aborrecida. Um desplante diz ela. O primeiro-ministro não respeitou o Parlamento portuguêss ainda segundo a mesma senhora. Bem falta de respeito ao Parlamento é o que não falta, até vão cantar para lá a Grândola. Mas, passando às coisas (um pouquinho mais) sérias, é curioso que uma deputada de um partido-fantoche acuse o governo de fantochada. Sim, o Partido Os Verdes é um verdadeiro fantoche. Nunca foi a eleições sozinho, elege deputados numa coligação com o PCP e todos sabemos que em vez de Os Verdes deveria chamar-se Melancia. Se alguma fantochada há no parlamento, essa é o Partido Os Verdes.

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publicado por Rui Oliveira às 22:11
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Quinta-feira, 23 de Maio de 2013
Olha quem fala...

Leio no Expresso que Sampaio disse que eleições antecipadas não seriam uma coisa mortal. Olha quem fala, o homem que não fez eleições quando Barroso saiu, mas que, quando o PS mudou de líder e as sondagens eram muito favoráveis, não hesitou em derrubar um governo com maioria parlamentar na Assembleia da República para pôr no poleiro um político megalómano que levou Portugal à falência. Sampaio está, sem dúvida, entre os políticos pelos quais não tenho consideração. Socialista até ao âmago, quer voltar a pôr os seus amigos a darem cabo do país.

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publicado por Rui Oliveira às 18:29
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Quarta-feira, 13 de Março de 2013
Habemus papam

Jorge Mario Bergoglio, ou, a partir de agora, Franscico I. 

 

Devo dizer, estou surpreendido.

 

P.S.: O Papa deseja ser conhecido, simplesmente, como Papa Francisco. 

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publicado por Rui Oliveira às 19:18
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Terça-feira, 5 de Fevereiro de 2013
Extorsão pura e dura (II)

Bom texto de Pedro Pita Barros sobre a remuneração da cópia privada no Dinheiro Vivo. Alguns excertos (destaques meus):

 

Mas o aspecto que me interessa mais aqui nem é a justiça ou a equidade desse pagamento. É o mecanismo pelo qual os autores pretendem ser compensados: utilizar o poder coercivo do estado para fazer uma transferência de verbas do resto da sociedade, sem haver uma ligação directa com as obras produzidas, para um grupo selecionado da população. É a definição perfeita de criação de rendas excessivas. [...]

 

Que esta proposta tenha chegado tão longe em termos de discussão mostra também que a cultura das rendas excessivas está bem dentro do pensamento português, que se dá sempre maior valor ao benefício concentrado de uns face ao custo disperso por todos. Foi também esse o mecanismo de criação de rendas excessivas nas PPP e na energia, nos custos de interesse geral introduzidos nas tarifas da energia por decisão governamental passada. A raiz do problema é exactamente a mesma.

 

Acresce que aceitar estas situações de rendas excessivas leva também a que baste ser “criador” para se ter acesso a elas, independentemente do mérito do que se “cria”. É agente de cultura com direito a parte das rendas que se definir dessa forma, não quem criar cultura que seja reconhecida como contribuição ou reconhecida de forma ampla pela sociedade. Juntamente com a criação de rendas excessivas está a sua divisão por grupos relativamente fechados e a frequentemente a ausência de mérito. Este aspecto até pode ser mitigado por regras de divisão dessas rendas, mas deixa essa divisão nas mãos de uns poucos.

 

 Enfim, mais um sector rentista (como se já houvesse poucos) na sociedade portuguesa.

 

publicado por Rui Oliveira às 23:55
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