Liberae sunt enim nostrae cogitationes - Cícero (Mil. 29 - 79) . Um blog de Rui Oliveira superflumina@sapo.pt
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Quinta-feira, 21 de Janeiro de 2016
Tempo novo, totalitarismo velho

O tempo novo do Costa começa a cheirar a alguma muito velho, a começar pelo totalitarismo. Na má senda do anterior governo, no que respeito ao fisco (e segurança social), o governo quer, agora, sem qualquer tipo de controlo, espreitar para as contas dos contribuintes, conforme se pode ler no Observador.

Certamente que não vão faltar os idiotas úteis que dirão "quem não deve não teme" ou, os ainda mais idiotas que dizem "se todos pagarmos, todos pagaremos menos". Estes últimos também costumam dizer barbaridades como "o Estado somos todos nós".

E assim vai o tempo novo, cantando e rindo, a caminho do abismo (e, por este andar, vão consegui-lo em menos tempo do que o Sócrates).

 

 

 

publicado por Rui Oliveira às 17:32
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Terça-feira, 10 de Novembro de 2015
Golpistas encartados

Se há alguma coisa em que os socialistas são bons (além de fazer falir o país) é em golpismos constitucionais.
Para quem não se lembre, Jorge Sampaio foi o primeiro golpista constitucional quando dissolveu uma maioria absoluta que apoiava o governo Santana Lopes. É certo que esse governo não era grande coisa, mas, temos que reconhecer (sem qualquer dificuldade), teria feito muito melhor do que o de Sócrates (ou seja, não faria falir o país). Por isso, a vinda da troika também é culpa desse péssimo presidente (que nunca foi o meu presidente, nunca votei nele) que foi Jorge Sampaio.

Agora, António Costa faz o seu golpe (e não é por ser legal que não deixa de ser uma golpada). Esperemos que a aventura (ao contrário da de Sócrates) seja curta. Um acordo assinado em segredo e em separado, com um fotógrafo oficial (ao bom estilo estalinista), não pode augurar nada de bom.

Um programa de governo que acha que com mais despesa e menos receita vai obter crescimento económico, só mesmo em mentes demasiado iluminadas que, obviamente, não pertencem a este mundo.

Mas, pronto, lá vão eles, cantando e rindo em direcção ao precipício... o problema é que nos podem arrastar a todos.

publicado por Rui Oliveira às 14:33
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Sábado, 8 de Agosto de 2015
Amadorismo

Amadorismo, para ser caridoso, é a palavra que vem à cabeça de qualquer pessoa que tenha estado atenta à saga destes últimos cartazes do PS. Tanto assim que o PS já veio pedir desculpas públicas "pelos cartazes públicos, em especial às pessoas implicadas".

 

Esta história assenta como uma luva nas ideias que o PS queria transmitir: "respeitem as pessoas" ou "alternativa de confiança".

 

Se são amadores a fazer publicidade eleitoral, como é que será quando estiverem no governo? Vêm aí a troika, mais uma vez? 

publicado por Rui Oliveira às 12:08
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Segunda-feira, 3 de Agosto de 2015
A habitual arrogância dos donos da verdade

Não sei o que dizer, mas esta afirmação de José Falcão ao i é no mínimo espantosa:

José Falcão, um dos fundadores da associação SOS Racismo, vai directo ao assunto: "O Hélder Amaral é negro onde? Nunca votou uma lei que defendesse os emigrantes.

Ok. Temos aqui uma nova teoria sobre a raça: só é negro (mesmo que seja de raça negra) o negro que votar de acordo com o José Falcão. Será que o José Falcão já arranjou uma expressão portuguesa para traduzir a expressão "uncle Tom" com que os progressistas americanos costumam brindar os conservadores de raça negra?

publicado por Rui Oliveira às 22:10
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Quarta-feira, 1 de Abril de 2015
Ainda a cópia privada

Pelos vistos o PSD está decidido a deixar a cair a lei por agora...

 

Segundo o Observador, que cita fontes anónimas, o PSD estará disposto a deixar cair a lei da cópia privada

 

Esperemos que não seja uma partida de 1 de Abril.

publicado por Rui Oliveira às 23:56
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Terça-feira, 31 de Março de 2015
Boa notícia...

... embora, no fim de contas, a assembleia possa voltar a votar o verdadeiro aborto legal que é esta lei.

 

Cavaco veta taxa da cópia privada

 

Vamos ver se o governo e a maioria ganham juízo neste caso.

publicado por Rui Oliveira às 18:57
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Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2015
Maldito solarengo

Estava hoje a ver o jornal da manhã a TVI e, a certa altura, passou uma reportagem "segunda-feira gelada" sobre o frio que faz no país e a jornalista achou que uma manhã com sol era uma "manhã solarenga". É incrível como este erro é inúmeras vezes repetido por pessoas que deviam saber um pouco mais sobre a língua que utilizam profissionalmente.

 

É certo que o Dicionário da Academia das Ciências de Lisboa, para a terceira acepção da palavra "solarengo" diz o seguinte:

1. Que tem sol. [...] 2. Que é iluminado pelo sol; que está exposto à luz e ao calor solar.

É óbvio que isto é um disparate, mas, facto é, que também não é caso único neste malfadado dicionário. Se a jornalista (ou quem escreveu o texto) queria dizer que era uma manhã de sol sempre poderia utilizar "soalheira" ou "ensolarada". 

 

publicado por Rui Oliveira às 09:47
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Sexta-feira, 11 de Outubro de 2013
Querida televisão...

Alimentar o monstro é preciso... Ao que parece temos um governo liberal. Palavra que gostava de ver onde paára essa característica liberal do governo (salvo o Adolfo Mesquita Nunes que ainda vai dando os poucos lampejos liberais deste governo). 

publicado por Rui Oliveira às 17:23
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Quarta-feira, 9 de Outubro de 2013
Desinformação ou ignorância?

No telejornal das 20 horas da TF1 (a partir dos 14.36 / Chapitre 8) de 07/10/2013, o apresentador Gilles Bouleau diz o seguinte (destaques meus):

 

Pendant ces inspections, la guerre civile fait toujours rage. Les combats prennent notamment au piège la communauté chrétienne du pays. Les chrétiens, environ 1 million, sont présents en Syrie depuis 1400 ans.

 

Os cristãos existem na Síria há 1400 anos? Onde é que ele foi buscar esta informação? Será que na TF1 não sabem que a Síria está intimamente ligada à disseminação do Cristianismo por toda a Ásia ainda no tempo dos Apóstolos? Que o Patriarcado de Antioquia foi, durante os primeiros séculos da Era Cristã, mais importante do que o de Roma? Que foi em Antioquia que, pela primeira vez, os Evangelhos foram pregados aos gentios (Act 11, 19-26) e que “Foi em Antioquia que, pela primeira vez, os discípulos começaram a ser tratados pelo nome de «cristãos»” (Act 11, 26)?

 

Isto já para não falar já na conversão de Saulo no caminho de Damasco (Act 9, 1-18)

 

Na Síria, Turquia ou Egipto, o Cristianismo antecede o Islão por vários séculos. Não são invasores. Estão lá há quase dois milénios. Mas há jornalistas que não sabem ou fingem não saber.

publicado por Rui Oliveira às 23:11
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Sábado, 5 de Outubro de 2013
Ratisbona, laicidade e laicismo

O título acima é o título do artigo de opinião de Anselmo Borges de hoje no Diário de Notícias. Um excelente texto que recupera a lição de Ratisbona de Bento XVI, para terminar a falar do grande desafio que o mundo islâmico  tem pela frente (agora que a Primavera árabe se está a transformar num longo Inverno). Os dois últimos parágrafos sintetizam a questão (destaques meus):

 

Ainda nesse ano, Bento XVI visitou a Turquia. No regresso, declarou que o mundo muçulmano se encontra hoje, "com grande urgência", perante uma tarefa semelhante à dos cristãos a partir do Iluminismo e que o Vaticano II levou a bom termo. "É necessário acolher as verdadeiras conquistas do Iluminismo, os direitos humanos e especialmente a liberdade da fé e do seu exercício, reconhecendo neles elementos essenciais também para a autenticidade da religião." Mas, por outro lado, não deixou de prevenir para os perigos do laicismo, que quer retirar a religião do espaço público, cortando a relação com a Transcendência. Não é aceitável "uma ditadura da razão positivista que exclui Deus da vida da comunidade e dos ordenamentos públicos, privando assim o Homem de critérios específicos seus de medida".

 

Por mim, penso que este diálogo, que foi tão difícil para Igreja Católica, o será ainda mais para o mundo islâmico. De facto, enquanto Jesus disse que se deve dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus, mandou Pedro meter a espada na bainha, e os cristãos nunca entenderam a Bíblia como ditado de Deus; o Alcorão, para lá de um livro sagrado, vindo directamente de Deus, é um código civil e penal, e Maomé, para lá de fundador religioso, foi também um líder político e militar.

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publicado por Rui Oliveira às 10:42
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